quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Estudo sobre o período dos Juízes - 4ª parte

    Concluímos no estudo anterior que Abimeleque, homem terrivelmente ambicioso, tornou-se  juiz, não por ter sido escolhido por Deus, mas por sua própria imposição, primeiramente por meio dos chefes de seu clã, e depois por aclamação popular. Para consolidar sua autoridade, mandou matar os setenta filhos de seu pai. Apenas Jotão, entre os filhos de seu pai, sobreviveu ao massacre. 
    Como usurpou temporariamente o poder local, com aparente plano de estender este poder às demais regiões do país, o tempo que dominou sobre Israel não entra no cômputo total de Juízes. 


   O novo juiz que se levantou para guerrear contra os amonitas, depois da morte de Abimeleque, chamava-se Tola, da Tribo de Issacar. Tudo o que se sabe sobre ele está nos dois primeiros versículos do capítulo 10: seu pai, seu avô, sua tribo e onde morava. Foi juiz durante vinte e três anos. Durante esse tempo não houve nada de notável. 
Julgou Israel por um período de vinte e três anos, entre 1241 e 1219 a.C.,  subjugando o povo amonita.


NOTA: Não encontramos fatos notórios sobre sua liderança, ou qualquer registro sobre o comportamento dos israelitas após sua morte. Mas podemos concluir que o povo tornou à adoração aos deuses das outras nações.


    Após a morte de Tola, Deus levantou Jair, da cidade de Gileade como juiz entre os israelitas. Pela informação nos poucos versículos sobre o gileadita, ele devia ser de uma família rica e influente na região. Como não há maiores registros sobre o seu período como juiz, acreditamos que nada de notável aconteceu durante os vinte e dois anos que julgou Israel, o povo pode ter tido paz (1131 - 1109 a.C).

      Os problemas voltaram a acontecer após a morte de Jair. O povo, prosperando pela paz que existia, voltou-se novamente para os ídolos e deuses das nações vizinhas, deixando de servir ao Senhor.
     Parece incrível que após tantas experiências dolorosas vividas no passado, os israelitas não aprendiam a lição. Quando ficavam sem um juiz temente a Deus, afastavam-se do Senhor e depois sofriam as consequências nas mãos dos inimigos que os rodeavam.
    Dessa  vez os israelitas foram submetidos à servidão pelos amonitas e filisteus durante dezoito anos. Os amonitas ainda atravessaram o Jordão para atacarem as tribos de Judá, Benjamim e Efraim.

NOTA: O povo amonita é descendente de Amom, filho incestuoso de Ló com sua filha mais nova, quando ele estava embriagado. Sua terra se localizava em frente a Jerusalém, do outro lado do rio Jordão;
Ao sul, ficava a terra do povo moabita, descendente de Moabe, o outro filho incestuoso de Ló com sua filha mais velha, quando ele estava embriagado ( Gn. 19. 30.38).
Geralmente esses dois povos eram aliados e inimigos poderosos dos israelitas.

     A situação tornou-se tão angustiante, que os israelitas, mais uma vez, clamaram ao Senhor confessando seus pecados (Jz 10. 6-18) e o Senhor os lembrou de todos os seus maus caminhos, rejeitando-os...
Os israelitas provaram o seu arrependimento, lançaram fora os deuses dos outros povos, e voltaram-se para o Senhor, que sendo um Deus amoroso, mais uma vez teve compaixão dos israelitas.
  E assim, o Senhor levanta Jefté (Jeftá), da Tribo de Gades (7º filho de Jacó). Era homem valoroso, guerreiro e temente a Deus, vivendo numa época de crise, com o cerco dos amonitas e dos filisteus.
  Os grandes estudiosos afirmam que graças às informações sobre o seu período como juiz, foi possível sincronizar as datas de todos os juízes de Israel.
Filho de uma mulher canaanita (por isso ela é chamada de prostituta), foi expulso de casa por seus meio-irmãos, indo habitar numa cidade de nome Tobe (a leste de Gileade). 
Quando os amonitas entraram em guerra com os israelitas, e como não havia qualquer homem com as qualificações de Jefté, os anciãos foram buscá-lo na terra de Tobe, para libertar os israelitas daquela opressão, e na oportunidade, Jefté fez uma proposta como podemos ver em Jz. 11.9-11.
  Em sua primeira tentativa para evitar derramamento de sangue, Jefté, conhecendo bem a história de Israel, relembra aos amonitas que Israel não usurpou suas terras, mas que o Senhor é que as entregou por meio de Moisés. Como não obteve sucesso em suas argumentações ( Jz.11.12-27), Jefté partiu para seu plano de ataque, sob a direção de Deus.
Antes do combate, desejando fervorosamente a orientação divina, fez um voto ao Senhor (Jz. 11.30-31), sendo abençoado, derrotando os inimigos de Israel (Jz. 11.32-33).
Em referência a esse voto, acredita-se que ele não sacrificou sua filha por dois motivos:

1º - Sacrificar sua única filha não foi a intenção de Jefté (ele não tinha outros filhos), pois ele sabia que o Senhor odiava os sacrifícios humanos, que eram uma das perversidades dos cananeus; e no momento que ele fez o voto, o Espírito de Deus estava sobre ele, portanto, um sacrifício humano estaria fora de cogitação;
2º - Baseando-se na Lei mosaica, onde uma pessoa era dedicada exclusivamente no serviço ao Senhor, acredita-se que Jefté tenha pensado nessa devoção especial. E como adoradora leal a Deus, sua filha compartilhou da convicção de seu pai. E ela chorou "sua virgindade" porque sabia que jamais se casaria, e portanto não teria filhos para perpetuar o nome e a herança da família. E o sofrimento para Jefté significava que ele perderia a companhia de sua única e amada filha (Jz. 11. 35-36), tendo sido apresentada a Deus como sacrifício vivo, dedicando toda a sua vida como virgem, no serviço do santuário de Israel. Assim como mais tarde Samuel também cooperou para o cumprimento dos votos feitos por seus pais tementes a Deus... 
     A vida dedicada a Deus era um modo excelente, satisfatório e elogiável, assim "as filhas de Israel subiam de ano em ano para celebrar a filha de Jefté."
Jefté continuou a julgar Israel por seis anos - 1109 - 1103 a.C.


     Depois da morte de Jefté, Deus levantou Ibzã, de Belém, da Tribo de Judá, homem com muitos filhos. Existem os relatos que julgou Israel por sete anos : 1103 - 1096 a.C e que guerreou contra os filisteus.

     Depois de Ibzã, surgiu Elom, da Tribo de Zebulom, homem com muitos filhos e que julgou Israel por dez anos : 1096 - 1086 a.C. , guerreando também contra os filisteus.

     Morrendo Elom, Deus levantou Abdom, da Tribo de Efraim. Também possuía muitos filhos, exerceu sua função no período de oito anos :  1086 - 1078 a.C., guerreando contra os filisteus.

    Estes três juízes, por terem tido muitos filhos, eram homens de grandes posses. Pela quantidade de filhos, acredita-se que deviam ter bastante idade quando tornaram-se juízes.
     
      Enquanto os três julgaram Israel, havia paz porque o povo servia ao Senhor .  Mas após a morte do último juiz, Abdom, o povo voltou a fazer o que era mal aos olhos do Senhor, voltando-se para a idolatria. 
A desobediência era a causa do sofrimento dos israelitas, que eram um povo fraco do ponto de vista militar, dedicando-se principalmente à agricultura e à pecuária. Era necessária a poderosa mão do Senhor para livrá-los dos povos inimigos ao redor. E durante quarenta anos o Senhor os deixou nas mãos dos filisteus, que eram uma ameaça constante. Os filisteus eram guerreiros valentes e tinham vantagens sobre os israelitas em termos de táticas de guerra e tecnologia da época, pois sabiam fazer armas de guerra ( I Samuel 13. 19-22). Nada disso adiantava, porém, quando o Senhor apoiava Israel.
      E durante aqueles quarenta anos o Senhor se afastou do povo, ficou em silêncio. Mas ELE estava preparando um libertador desde a sua concepção: SANSÃO 


 

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Estudo sobre o período dos Juízes - 3ª parte

   Os judeus continuaram sofrendo terrivelmente sob o domínio cruel de Sísera, comandante do exército do rei de Canaã, e em grande desespero clamaram a Deus. Foi então que Deus levantou a profetisa Débora ( 1234 a.C.) para libertar o povo da opressão. Naquela época, no meio de tanto pecado e idolatria, Débora permaneceu fiel a Deus e aos Seus ensinamentos.
Assim como as folhas da palmeira viram para cima juntas, Débora sentava-se debaixo de uma palmeira  para mostrar às nações que o povo judeu era unido. E assim ela advertia e exortava o povo para deixar seus maus caminhos e voltar para Deus, sendo muito respeitada por todos.
   Débora manda chamar Baraque, da Tribo de Naftali, para que fosse com homens de guerra atacarem Sísera. Baraque, porém, estava temeroso por causa da grandiosidade do exército do general Sísera e pediu que Débora fosse junto com ele, (porque os profetas desempenhavam várias funções em uma batalha: eles reuniam e inspiravam as tropas e ainda declaravam o tempo correto para o início do ataque).
Ela aceita ir, mas não desce para a batalha, pois o seu papel foi o de inspirar, prever e comemorar com o seu cântico de como Deus derrotou Canaã. Deus foi à frente, Débora anunciou a vitória de Deus.
   Débora e Baraque são reconhecidos como os libertadores do povo judeu das mãos dos cananeus. Os dois lideraram os israelitas por quarenta anos.

NOTA:Débora tinha um chamado : foi profetisa.
            Débora era casada e tinha apoio do marido ao seu chamado.
            Débora tinha uma missão : julgar o povo.
            Débora tinha um lugar para exercer seu ministério : embaixo de uma palmeira.
            Débora foi colocada em um lugar de destaque : no cume de um monte.
            Débora esperava o povo de Israel subir até ela : ficou no lugar onde Deus a colocou.
            Débora teve uma maternidade espiritual : recebeu o título de "a mãe de Israel".


   Após as mortes de Débora e de Baraque, o povo judeu ficou sem liderança, e assim voltou-se para os deuses das nações vizinhas. E mais uma vez, como um alerta, Deus permitiu a opressão pelos midianitas (povos nômades árabes), opressão essa que durou sete anos.
   A cada ano após a colheita pelos israelitas, os midianitas roubavam os alimentos e todos os animais. Para sobreviverem, os israelitas começaram a esconder seus alimentos. E assim o povo de Israel começou a passar muita necessidade e grande pobreza, mas continuava longe de Deus. 
   Até que lembrou-se das misericórdias do Senhor, clamou e foi ouvido. Assim Deus levantou Gideão - o 5º juiz  na história do povo de Israel - ano de 1194 a.C.
   Gideão, filho de Joás, da Tribo de Manassés, era um daqueles agricultores que escondia seus alimentos dos inimigos. E num determinado momento foi visitado por um anjo do Senhor, quando teve uma forte experiência com Deus. Entrou em discussão com o Senhor, julgando-se incapaz para libertar o povo da opressão.
    Como primeira missão recebida por Deus, Gideão teria de destruir os altares idólatras do seu próprio pai, e fazer um altar ao Senhor no mesmo lugar.
  Gideão também recebeu sinais miraculosos da parte de Deus confirmando a sua liderança sobre o povo de Israel para livrá-lo dos midianitas (Jz 6.36-40).
    Encontramos nos capítulos 7 e 8, a grande batalha enfrentada por Gideão, e como Deus, em Sua perfeita sabedoria teve um propósito na redução das forças militares de Israel, deixando Gideão com apenas trezentos soldados, para que ninguém se vangloriasse. E assim expulsou os midianitas do território de Israel. Sua vitória sobre os midianitas, talvez tenha sido a mais espetacular dentre os juízes. Liderou o povo por quarenta anos. 
    
    Apesar de sua brilhante carreira militar, Gideão, ao receber do povo argolas de ouro como presente, fez delas uma estola sacerdotal que ele colocou em sua cidade. Não se sabe da sua intenção, mas o povo após a morte de Gideão idolatrou aquela estola, tornando-a um ídolo para si, iniciando um outro ciclo de apostasia.

   NOTA:  Gideão era humilde, prudente, tinha espiritualidade, era obediente, 
tinha comunhão com Deus e era leal a Deus.

    Na sequência de causa e efeito, Abimeleque (seu filho com uma concubina),  no ano de 1154 a.C. se proclamou juiz, dominando sobre o povo por um período de três anos, sem a autoridade de Deus. Assassinou todos os demais filhos de Gideão.
    Seguindo seu caminho de sangue, Abimeleque atacou a cidade de Siquém matando milhares de pessoas inocentes. E ao seguir para a cidade de Tebes para incendiar uma torre (pois sabia que para lá haviam fugido todos os homens e mulheres da cidade), uma mulher jogou uma pedra de moinho em sua cabeça, rachando-a. Mas como não queria ser morto por uma mulher, pediu a um soldado seu que abreviasse sua morte atravessando-o com uma espada, e assim foi feito. 
 
    








terça-feira, 15 de outubro de 2013

Estudo sobre o período dos Juízes - 2ª parte

      Há um consenso de que o livro de Juízes tenha sido escrito pelo profeta Samuel.
Esse livro retrata as maldições da desobediência. Embora os maiores trechos do livro sejam de descanso e paz depois do arrependimento, a ênfase está nas consequências inevitáveis da idolatria pelo povo israelita, sempre quebrando a aliança com o Senhor, que desejava ser seu único Deus. 
    Depois da morte de Josué, toda aquela geração inicial morreu, surgindo uma nova geração que não reconhecia o Senhor e tudo o que ELE havia feito por Israel. 
E essa geração prestava culto aos deuses das nações vizinhas e se prostituía entre si, despertando a ira do Senhor que entregou os israelitas nas mãos do rei da Mesopotâmia Cuchã-Risataim - Jz.3.8, primeira consequência da desobediência. E durante oito anos o povo foi oprimido pelo rei da Mesopotâmia, período de intensa idolatria.
   O povo lembrou do Senhor, clamou a ELE que levantou Otoniel ( em outras traduções encontramos Otniel- sobrinho de Calebe, da Tribo de Judá).
O Espírito do Senhor estava com Otoniel que liderou o povo contra o rei opressor. Otoniel prevaleceu e os israelitas tiveram paz durante quarenta anos, até sua morte. 
(1354 a.C - 1314 a.C).

  NOTA: "Sempre que os israelitas saíam para alguma batalha, a mão do Senhor era contra eles para derrotá-los, conforme já lhes havia advertido. Então o Senhor levantou juízes que os libertaram das mãos daqueles que os atacavam. Mesmo assim eles não ouviam os juízes, antes se prostituíram com outros deuses e os adoraram...
Sempre que o Senhor lhes levantava um juiz, ELE estava com o juiz e os salvava das mãos de seus inimigos enquanto o juiz vivia...
Mas quando o juiz morria, o povo voltava a caminhos ainda piores... recusando-se a abandonar suas práticas e seu caminho obstinado." Jz. 2. 15-19


   Após a morte do juiz Otoniel, o povo de Israel desagradou novamente ao Senhor, voltando para a imoralidade e idolatria, e por isso o Senhor deu a Eglom, rei de Moabe, poder sobre Israel. Eglom fez aliança com os amonitas e com os amalequitas, derrotando, assim, Israel, que ficou sob o domínio de Eglom, por dezoito anos, pagando tributos ao rei de Moabe ( Jz. 3. 12-14), segunda consequência da desobediência.
  Já bem próximo do final dos dezoito anos, os israelitas lembraram do Senhor, clamaram por um outro líder, e o Senhor ouviu e levantou Eúde, da Tribo de Benjamim.
  Eúde ficou responsável por levar os tributos ao rei Eglom. E após o pagamento, a sós com o rei, o assassinou com uma espada, livrando Israel desses tributos e da opressão dos moabitas.
  Eúde foi um homem de ação direta, tomando uma radical e violenta decisão para libertar seu povo. E durante oitenta anos os israelitas alcançaram um período de paz. 
(1314 a.C - 1234 a.C)


  Após a morte de Eúde, o povo, mais uma vez, voltou-se para os ídolos das nações vizinhas, desagradando ao Senhor, que dá poder ao rei Jabim de Canaã para oprimir Israel, terceira consequência da desobediência. E o povo foi cruelmente oprimido durante vinte anos.
Durante esse período é que a história de Sangar - 3º Juiz - se mistura com a de Débora , não havendo qualquer referência em Juízes acerca do seu tempo. Diz apenas que após Eúde, Sangar, filho de Anate, da Tribo de Judá, libertou Israel (Jz 3:31) da opressão dos filisteus.  
  Segundo o site "Cronologia da Bíblia", o tempo de Sangar se situa, brevemente, entre Eúde e Débora, e coincide com os vinte anos em que os filisteus oprimiram Israel, dando a entender que embora Sangar tivesse obtido certo êxito em sua missão libertadora, a opressão não havia cessado. Até que Débora foi autorizada por Deus a libertar o povo. 
De acordo com grandes estudiosos e também arqueólogos, existem grandes vácuos cronológicos durante esse período.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Estudo sobre o período dos Juízes - 1ª parte

     
Este período foi marcado por uma exacerbada instabilidade espiritual: desde que houvesse um juiz, o povo servia a Deus, caso não houvesse, o povo ia após os deuses de outros povos.
No Período dos juízes, os Hebreus passaram por diferentes ciclos de instabilidade política e econômica, além de diversos períodos de conturbação religiosa, submissão a outros povos e posterior libertação, ficando em cada ciclo, o povo mais corrupto e devasso. Repete-se seis vezes a sequência de repouso, recaída, ruína, arrependimento, restauração e outra vez repouso. A fé do povo era mais fraca que a dos seus líderes.

 Antes de iniciarmos o estudo sobre o período dos Juízes, é importante fazermos uma introdução anterior a essa fase inicial de uma outra liderança:

      Moisés foi o instrumento pelo qual o Senhor instruiu o povo de Israel.  Por meio de Moisés o Senhor orientou sobre a necessidade de nomear juízes e oficiais para que julgassem o povo com justiça por um determinado período de tempo, até quando o povo entrasse na terra prometida e desejasse um rei, assim como as nações ao redor possuiam. 
    O Senhor mostrou todas as bênçãos que os israelitas receberiam se continuassem em Sua presença; assim como mostrou também as maldições que cairiam sobre o povo se este se afastasse dos caminhos do Senhor, seguindo aos ídolos das nações vizinhas.
E como o Senhor é Oniciente, chamou Moisés para lhe comunicar que o dia de sua morte estava bem próximo ( Dt. 31.14). E mesmo com o líder Moisés vivo, o povo demonstrou rebeldia e corações obstinados, pior seria quando Moisés morresse. 
Sabemos que Moisés não entrou na terra prometida porque um dia, no deserto, quando o povo estava sedento, Moisés clamou ao Senhor que fez jorrar água em abundância de uma rocha. Mas Moisés não deu a glória ao Senhor diante do povo. E por ter sido infiel ao Senhor, somente contemplaria Canaã de longe...
     Então o Senhor orientou Moisés para que colocasse Josué como líder, aquele que conduziria os israelitas à terra prometida.

    A conquista pela terra de Canaã durou sete anos, e após ter sido conquistada, Josué - sucessor de Moisés - dividiu a terra entre as doze tribos ( Rúben, Gade, metade da tribo de Dan, Simeão, Judá, Benjamim, Efraim, Manassés, Issacar, Zebulom, Aser e Naftali.
    Após a morte de Josué, Israel ficou sem um líder nacional por mais de 300 anos. Durante o período dos juízes, Israel não teve governo estável, foi um tempo de transição; também foi um tempo quando Deus colocou o povo israelita à prova para ver até onde ia a sua obediência  aos Seus ensinamentos dados por intermédio de Moisés. 
    E após a divisão das terras e a morte de Josué, Deus permitiu que Israel habitasse entre os povos pagãos: cananeus, hititas, amorreus, heveus, jebuseus e os periseus. Como o Senhor predissera, os israelitas abandonaram as orientações e casaram-se com as mulheres desses povos e prestaram culto aos seus deuses.
   Em Juízes 3.12-30, podemos ver que o povo peca; Deus levanta contra ele uma nação para castigá-lo; o povo clama pelo perdão de Deus, ELE atende; Deus levanta um libertador, a paz retorna... 

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

De que forma os apóstolos morreram?

** A Bíblia não narra como os apóstolos morreram.A única morte narrada é a de Tiago.
     Os dados a seguir são resultados de pesquisas e especulações de alguns teólogos.

Mateus - morreu à espada, na cidade de Etiópia.

Marcos -acredita-se que pagãos na Alexandria, cidade onde o apóstolo estava pregando o Evangelho, 
              ressentidos com sua pregação, colocaram uma corda ao redor do seu pescoço e o arrastaram
              até matá-lo.

Lucas -  não conviveu com Jesus, e menos ainda se sabe sobre sua morte. Existem relatos que tenha sido
             torturado até à morte; e outros relatos dizem ter falecido de forma natural.

João -   há o relato de que tenha sido colocado em um caldeirão com óleo fervendo, durante a perseguição 
             pelos romanos, tendo sido salvo por anjos do Senhor. Foi preso e encaminhado para a ilha de
             Patmos onde escreveu o livro de Apocalipse, e quando foi libertado tenha falecido de forma 
             natural, em idade avançada.

Paulo -  acredita-se que tenha sido decapitado em Roma, durante o reinado de Nero.

Tiago -  morto à espada durante o reinado de Herodes.

Pedro - crucificado de cabeça para baixo, em Roma.

Judas -  Mateus narra que Judas, sentindo remorso por sua traição, saiu e enforcou-se. Mas no livro de 
             Atos encontramos que ao adquirir uma propriedade com o dinheiro da traição em campo rochoso, 
             caiu, partindo-se ao meio, espalhando suas vísceras.


Bartolomeu - também conhecido por Natanael, foi um missionário na região da Ásia. Foi chicoteado até a 
                     morte.

André  - morreu amarrado por cordas em uma cruz, na Grécia.

Tomé -   atingido por uma lança na Índia durante uma viagem missionária.

Matias - o apóstolo escolhido para substituir Judas Iscariotes, foi apedrejado e depois decapitado.


 Na verdade, não é tão importante saber como os apóstolos morreram. O que importa é o fato de que todos eles estavam dispostos a morrer pela sua fé. Se Jesus não tivesse sido ressuscitado, os discípulos o saberiam. Ninguém morreria por alguma coisa que se sabe ser uma mentira. O fato de que todos os apóstolos estavam dispostos a morrer horrivelmente, recusando-se a negar a sua fé em Cristo, é uma tremenda evidência de que eles verdadeiramente testemunharam a ressurreição de Jesus Cristo.


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

As sete festas celebradas pelo povo de Deus

Festa da Páscoa - Durava sete dias. O povo celebrava o livramento do Senhor, relembrando quando o anjo passou pelas casas para anunciar um fato que aconteceria 450 anos depois: Jesus em nosso meio - Êxodo 12.13,21,23 e 27.


Festa dos Pães Asmos - Durante sete dias o povo não podia comer pão com fermento, pois este era o símbolo do pecado - eram sete dias de santidade - Êxodo 23.15


Festa das Primícias - Após o último dia da Festa dos Pães Asmos, no primeiro dia da semana, o povo iniciava esse tipo de celebração, apresentando os molhos do trigo colhido, representando o que iria acontecer: a ressurreição de Jesus Cristo no primeiro dia da semana - também durava sete dias -  Êxodo 23.16


Festa de Pentecostes - A partir do primeiro dia da Festa das Primícias, o povo contava sete semanas, reunia-se, era a descida do Espírito Santo, uma grande festa espiritual. A primeira celebração aconteceu cinquenta dias após Jesus Cristo haver ressuscitado - a festa durava trinta e cinco dias - Deuteronômio 16.9-12


Festa das Trombetas - Todo o povo era convocado, com grande alarido de trombetas, reunindo-se em um só lugar durante sete dias. É o encontro nos ares dos salvos com Jesus Cristo, que dará ordens aos Seus anjos. É o arrebatamento daqueles lavados e remidos pelo sangue do Cordeiro.


Festa dos Tabernáculos -  O povo de Israel se dirigia ao deserto, cabanas eram construídas de forma que de dentro delas fosse possível ver as estrelas, aguardando durante sete dias e sete noites a volta de Jesus. Este era apenas um costume porque hoje, Jesus Cristo habita conosco e um dia habitaremos com Ele. Deuteronômio 16.13-17


                TOTAL DE SETENTA DIAS NO ANTIGO CALENDÁRIO CRISTÃO - É O NÚMERO SETE DA PERFEIÇÃO DIVINA

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

14 ações para receber a bênção de Deus

 Texto base:  II Crônicas 26

 
1ª - Estar seguro de que o mal não prevalecerá;

2ª - declarar a vitória;

3ª - permitir a ação direta de Deus;

4ª - crer que a partir daí será respeitado por todos;

5ª - será fortalecido por Deus;

6ª - o mal será derrubado;

7ª - haverá prosperidade material;

8ª - Deus colocará pessoas para ajudar;

9ª - cada ação feita será revestida da autoridade de Deus;

10- Deus concederá estratégias que nenhuma outra pessoa terá;

11- o reconhecimento será notório;

12- Deus enviará ajuda sobrenatural;

13- haverá fortalecimento espiritual;

14- a bênção será durável.


    ** resumo de uma pregação do pastor Silas Malafaia.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Evangelismo Pessoal...

Você tem o maravilhoso dom de evangelizar? aceita "algumas dicas" a fim de não ser pego no laço do inimigo, evitando, assim, algum constrangimento ou "saia justa"? vamos lá, então:

- Em primeiro lugar coloque sua vida diante do Altar do Senhor, suplicando por sabedoria e ousadia no    
   falar; peça ao Senhor para que mostre a pessoa a ser alcançada pelo Evangelho;

- A pessoa deve entender que já nasceu em pecado: refletir junto com ela em Romanos 3.23 ;

- Mostrar à pessoa que ela já está condenada por causa de seus pecados:  Romanos 5.12  - 
   6.23 /  Lucas 16.19-31 (tormento eterno) ;

- Levá-la a compreender qual foi a providência que Deus tomou para a salvação da humanidade:  João 3.16    I Coríntios 15.3  /   I Timóteo 1.15

- O que deve ser feito para alcançar a Salvação:  Atos 2. 37-38  /  Ezequiel 18.31 (arrependimento)  /
   Isaías 55.7  /  Atos 16.31 (crer em Jesus)  /  Romanos 10. 8-13 (confessar os pecados)  /
  Apocalipse 3.20


OBS.: Se a pessoa mantiver falsas esperanças e continuar resistente, refletir sobre as seguintes referências:
           Efésios 4.5, 8-9 ("ninguém" será salvo por meio de obras)  /  Hebreus 9.27 (não há reencarnação)
           Hebreus 10.11,18 ("missa" não salva ninguém)



- Refletir com a pessoa sobre a obra que Cristo realizará em sua vida: Isaías 1.18 (Deus perdoando)  /
  II Coríntios 5.17 (Deus regenerando)  /  Hebreus 10.16-17 (Deus justificando o pecador)  /  João 1.12
  (Deus tornando o pecador Seu filho)  /  João 5.24   e   6.47-48  (Deus concedendo a Vida Eterna ao que 
  se arrepende)


- Se a pessoa não se decidir no momento, mostrar-lhe o perigo da indecisão : Hebreus 3.15  /  Tiago 4.14


- Orar, colocando diante do Senhor a vida da pessoa e a de sua família.






quarta-feira, 3 de abril de 2013

A divisão da história humana segundo a Bíblia

Podemos encontrar na Bíblia quatro eventos principais que caracterizam a divisão da história do homem:

1º - A criação de tudo - Deus criou o universo e o homem a partir de Sua palavra - aí está "o Bem"...

2º - A queda do homem - Ao invés de obedecer às Verdades de Deus, o primeiro casal  "deu ouvidos" às mentiras de satanás. Tudo se desgovernou a partir daí: a mulher passou a ser dominada pelo homem, seu sofrimento para dar à luz, a ira de Caim contra seu irmão Abel, a terra foi amaldiçoada por causa do homem... embora feitos à Sua imagem e Semelhança, somos sujeitos à Sua justa condenação - o início do "Mal"...

3º - A Redenção - Assim que o pecado entrou no mundo, Deus prometeu que a Semente da mulher esmagaria a cabeça da serpente. Suas promessas foram cumpridas na vida de Abrahão. Renovou Sua aliança com Israel no Monte Sinai, e tantas outras demonstrações de amor e zelo por Seu povo, até nos enviar Jesus, onde cumpriu Sua promessa de Redenção, refazendo a humanidade degenerada - este é "o Novo"...

4º - A Consumação - Quando TODOS tiverem ouvido a proclamação das Boas Novas do Reino, Jesus Cristo retornará, regenerará o universo e aperfeiçoará o Reino de Deus - aí está "O PERFEITO".

(Texto extraído do Congresso de Assistentes Sociais da Convenção Batista Brasileira - 1997- RJ ).

Base bíblica para missões, evangelismo e responsabilidade social...

Podemos mencionar cinco doutrinas para nortearem a ação da igreja no campo social:

  • DOUTRINA DE DEUS - Ele é o Criador, o Legislador, o Senhor e o Juíz.
  • DOUTRINA DO HOMEM - Porque o homem foi criado à imagem de Deus.
  • DOUTRINA DE CRISTO - Assim como Ele identificou-Se com o próximo, devemos imitá-Lo.
  • DOUTRINA DA SALVAÇÃO - É a transformação de vida.
  • DOUTRINA DA IGREJA - Embora distinta do mundo como sal e luz, ainda assim o invade em nome de Cristo.

sexta-feira, 29 de março de 2013

Por que os patriarcas viveram tanto?

Segundo o site "abiblia.org", a expectativa de vida do povo de Israel devia ser, provavelmente, de 35 anos. Quando lemos na Bíblia que alguém viveu 200, 300 ou 600 anos, é uma linguagem figurada. Da mesma forma quando se diz que alguém tem um "coração de pedra", não significa que essa pessoa seja de pedra.

A pessoa mais velha que encontramos na Bíblia é Matusalém, que morreu com 969 anos (Gênesis 5,27). Os patriarcas que viveram antes do dilúvio, de Adão até Noé, viveram, segundo o texto sagrado, de 969 a 365 anos e até o período de Abraão a idade das pessoas variava entre 600 e 180 anos. No período que vai de Abraão até Josué, a Bíblia fala de uma média de vida que vai de 180 a 110 anos (Gênesis 35,28; 50,26; Josué 24,29). É importante notar que há textos da Mesopotâmia, local próximo ao contexto onde nasceu a Bíblia, onde certos personagens são apresentados com a idade de 10 mil anos.

Existem várias interpretações para esses números. A mais difundida é aquela que retém que no imaginário comum os tempos passados foram sempre tempos áureos, onde o ser humano era abençoado por Deus e, por isso, vivia muito. De fato, a Bíblia diz que uma vida comprida é uma bênção de Deus (Provérbios 10,27). Portanto, para o autor sagrado os patriarcas viveram muito porque faziam o bem e, principalmente caminhavam segundo os ensinamentos de Deus. Conforme a multiplicação do mal, a bênção divina diminui...


Sabe-se perfeitamente e sem sombra de dúvida que os egípcios, fenícios e babilônios possuíam os mais perfeitos calendários que já houve. 

quinta-feira, 14 de março de 2013

Companhia de Jesus ou Ordem dos Jesuítas

Vamos entender aqui fatos vivenciados por famosos escritores católicos desde a organização de sua igreja e que enxergaram além das aparências.
E alguém poderá afirmar: isso tudo é mentira, é exagero... se assim o for, fica a pergunta para VOCÊ  responder : então, por que após centenas de livros editados em diversos idiomas sobre a origem, o domínio político e militar, o funcionamento da hierarquia da igreja, sua participação com o ocultismo, as mortes "estranhas" de seus clérigos, etc, não foram contestados ou até mesmo os seus autores processados?

Essa Ordem começou com a sua fundação por Inácio de Loyola no ano de 1534 para atingir, por meio dos Jesuítas, dois grandes objetivos da instituição católica romana:

     -  Poder político universal.

     -  Uma igreja única, universal.  ( apocalipse 18 )

Os jesuítas são "missionários" camuflados de sua política. A maior ordem religiosa do mundo, sendo a ala dominante da I.C., agindo de maneira sutil, quando e onde for conveniente, dentro ou fora da igreja.
Dedicados a manipularem o curso da História, erguem ditaduras, enfraquecem democracias, abrem caminho para a anarquia social, moral, militar, educacional e religiosa.
Os seguidores da Companhia de Jesus, têm como alvo os adolescentes e jovens, levando-os a um ideal por meio do controle da mente (exercícios espirituais).
No início de sua formação, não escondiam o fato de se declararem inimigos daqueles que não concordavam com suas ideias, tendo como primeiro ponto principal e imutável o conceito de que o papa é um ser infalível e digno de ser adorado e reverenciado.
São incontáveis as pessoas influentes no mundo empresarial, militar, magistratura, acadêmico e político que estão ligadas à Companhia. As últimas estatísticas apontam 33 mil membros, 500 universidades e cerca de 200 mil estudantes ao ano sofrendo lavagem cerebral.

A história secreta dos jesuítas, ou como são chamados "os filhos de Loyola", está sempre presente ao longo dos anos, como no conflito entre a Áustria e a Sérvia, em 1913, com todas as ações aprovados pela I.C.
O "Santo Papa", na época Pio X, e seus conselheiros jesuítas não estavam preocupados com o sofrimento das "nações cristãs"!  O Vaticano desejava opor-se à Rússia ortodoxa, à França "sem Deus"(que precisava de um "sangramento prolongado" e, de "bonificação"), contra a Inglaterra "herege". Tudo parecia prometer uma guerra "viva e feliz."
Em 1919, os filhos de Loyola colheram os frutos amargos de sua política criminosa. A França não havia sucumbido ao "sangramento prolongado".  A Rússia, ao invés de voltar ao rebanho romano, havia se tornado marxista, anticlerical e oficialmente ateísta.
Os jesuítas estavam por detrás da monarquia de Alfonso XIII, cujo confessor era o padre Lopez. Quando a monarquia espanhola acabou e seus monastérios e colégios foram incendiados, eles estavam por detrás de Gil Robles ( católico, político, revolucionário cuja ideologia beirava a ditadura fascista, confiando que a população era controlável, e seus discursos eram sempre muito cheios de "insinuações anti-democráticas e anti-semita"). Quando a guerra civil espanhola explodiu, os jesuítas estavam por detrás de Francisco Franco. Em Portugal, sustentaram Salazar (primeiro ministro, educado fortemente dentro do catolicismo, político nacionalista, repressor, participou da perseguição ao povo judeu). 
O padre jesuíta Tacchi Venturi  era um dos agentes secretos da I.C. que faziam negociações entre o papa Pio XI e Mussolini (italiano, fundador do fascismo, exaltava os nativos do país e rejeitava os imigrantes),  e ao mesmo tempo, esse padre era o confessor de Mussolini. 
Realizaram plenamente essa missão, que  tempos depois o Parlamento, com forte influência de Dom Sturzo, jesuíta e chefe do Partido Católico, elegeu Mussolini por 306 votos contra 116 e, no encontro, podia-se ver o grupo católico, supostamente democrata cristão, votando de maneira unânime a favor do primeiro governo fascista. E como agradecimento, por um Tratado, Mussolini repassou aos cofres da "Santa Sé" um valor aproximado de 300 milhões de doláres e a soberania da I.C. sobre o território da cidade do Vaticano.
Dez anos depois, a mesma manobra do trabalho incansável dos jesuítas levou a um resultado semelhante na Alemanha. O Zentrum (partido católico) do monsenhor Kass assegurou, por sua votação maciça, a ditadura do nazismo, conferindo amplos poderes a Hitler, que tornou-se amigo de Mussolini, e logo o fascismo foi  exportado para a Alemanha. Seus dois maiores inimigos eram o Protestantismo e a Democracia. E a Companhia de Jesus trabalhava abertamente a favor da hegemonia alemã.


Uma das atribuições dos jesuítas, e não menos importante, é supervisionar toda a imprensa católica. Nas suas publicações adaptadas às necessidades de seus leitores, trazem várias perspectivas sobre a supremacia papal. Não há um jornal ou periódico "cristão" que não conte com a colaboração de alguns "discretos" jesuítas.
Kurt Heinrich Himmler, declarou que um padre jesuíta e oficial superior da "Santa Sé" fazia parte da Gestapo, ajudando a mandar milhões de pessoas ao desespero e judeus aos campos da morte...  

Quais são os truques habilidosos utilizados pelos jesuítas? As próprias nações se deixam levar por esses truques...
François Charles Roux, embaixador francês no Vaticano, assim escreveu naquela época: "O papa parecia se identificar demais com os ditadores",


Os filhos de Loyola eram o cérebro político do Vaticano, e ainda acredita-se que eles exerçam grande influência política e religiosa dentro dos segmentos da I.C.,  espalhando uma filosofia de pseudo-socialismo...

segunda-feira, 11 de março de 2013

Por que os israelitas pediram um rei?

     Depois de um longo período dos juízes, segue-se a História de Israel. No início, o reinado abrange a vida de três reis, com a duração de 120 anos (1102 – 982 a. C.) e foi um período de progresso e até de esplendor para Israel. Todavia, assinala a rebeldia do povo, porque ao pedir um rei, estava, na realidade, desprezando o sistema de governo de Deus, para seguir seus próprios planos. Essa rejeição iria trazer para o povo, conforme Samuel o preveniu, perdas, encargos e sofrimentos. Mas Deus, misericordioso com o povo, ajudou-o na escolha do primeiro rei, conforme I Samuel 8.

    Os capítulos de 9 a 11 de I Samuel nos mostram os acontecimentos importantes desses três capítulos, demonstrando enfaticamente que Saul é o escolhido de Deus como rei de Israel, e que Deus o capacitou totalmente para desempenhar essa tarefa: nos capítulos 9 e 10 fica claro para Samuel que Saul é o escolhido de Deus e que deve ser convencido sobre o fato. Vemos a seguir o sorteio, a designação de Saul, e a grande vitória militar sobre Naás e os amonitas, que convencem os Israelitas de que Saul é seu rei.
    Veremos todos os reis que foram chamados para reinar, comandar, dirigir a nação, e como eles erraram, desobedeceram, pecaram tornando-se idólatras, traidores uns para com os outros, sendo eles irmãos e descendentes de um mesmo pai – Abraão.
    O povo de Israel, mais uma vez, é desleal para com Deus. O início dos reinados nasceu da rebelião do povo. No verso 18 do capítulo 10 de I Samuel, Deus lembra que Ele mesmo tinha tirado o povo do Egito e o tinha protegido até ali. Deus mesmo o governaria por meio de servos de Sua escolha. Ao pedir um rei que os governasse, como em todas as nações ao seu redor, os israelitas foram na contra mão dos planos de Deus.

   Quando Saul ( o 1º rei) fracassou, Deus escolheu outro líder, Davi. Ele não era um homem sem pecado, mas sua atitude para com Deus era tal que Deus considerava Davi um homem que lhe agradava (1 Samuel 13:14). O destino de Davi tornou-se entrelaçado com a vinda do Messias. Ainda que o domínio de Deus existisse antes da vinda de Cristo, havia algum sentido no qual o reino seria estabelecido de uma forma que não tinha existido anteriormente (Daniel 2:44). Seria o reino de Deus entregue nas mãos do Ungido de Deus. Numa visão, Daniel viu ser dado ao Messias, “domínio, e glória, e o reino” (Daniel 7:14). Esse reino o Messias partilharia com os santos (Daniel 7:18).
CComo Deus já instruíra em Deuteronômio 17:15, o rei deve ser alguém de Sua eOs capítulos 9 a 11 de I Samuel nos dizem. Os acontecimentos destes três capítulos têm um propósito muito importante, pois demonstram enfaticamente que Saul é o escolhido de Deus como rei de Israel, e que Deus o capacitou totalmente para desempenhar esta tarefa. Os acontecimentos do capítulo 9 deixam claro a Samuel que Saul é o escolhido de Deus. Os capítulos 9 e 10 descrevem os acontecimentos que devem convencer Saul de que ele é escolhido de Deus. E os capítulos 10 e 1

Ânimo

      Não devemos nos sentir vencidos, fracassados ou inúteis. Jesus Cristo está vivo! Ele ressuscitou Poderoso, para nos fazer mais que vencedores. Levantemo-nos como filhos de Deus, com ousadia, entrando no Santuário com temor, mas com destemos também, com alegria e com confiança.
        Nosso Deus tem sempre uma janela aberta quando uma porta se fecha. ELE tem sempre uma outra possibilidade diante das dificuldades da vida. Enquanto houver Esperança e Fé, haverá sempre Vitória! ELE fará os nossos pés como os das corças, o Senhor nos colocará em lugares altos! Não haverá "beco sem saída" na caminhada do cristão genuíno, porque uma tarde sombria não ofuscará o esplendor glorioso de um novo amanhecer...
      Sabemos que a Fé se apóia na certeza inabalável da Palavra de Deus, e em seguida, devemos perseguir o alvo gracioso. Olhando sempre para a Fidelidade de Quem faz a Promessa, louvando-O pela Sua Soberania...

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

O que a Bíblia diz sobre :

  • Dízimo, ofertas - Gênesis 28.22   /   Números 27.31-32   /   Deuteronômio 12.6   /   Hebreus 7.2
  • Maldição hereditária -  Êxodo 20.6   /   II Crônicas 25.4   /   Jeremias 31.29-30   /   Ezequiel 8.1-4 /    Romanos 8.1   /   II Coríntios 5.17   /   Gálatas 3.13   /   Efésios 1.7
  • Adoração a santos, imagens - Levítico 19.4, 26.1  /  Deuteronômio 7.5, 16.22  /  II Reis 19.18  / Salmo 115.1-9  /   Isaías 2.8-9 - 31.6-7 - 37.19  / Jeremias 7.18  /  I Coríntios 6.10
  • O cuidado com o que se fala - Números 24.9  /  Provérbios 18.20-21  /  Mateus 5.34-37  / Mateus 12.33-37  /  Romanos 14.11-12
  • Consulta aos mortos - Deuteronômio 18. 10-12  /  Eclesiastes 9.5  /  Isaías 8. 19-20
  • Os dois caminhos - Deuteronômio 30.14-20
  • Eficácia da Bíblia - II Samuel 22.31  /  Salmo 19.7  /  João 5.39  /  II Timóteo 3. 15-17  /  Hebreus 4.12  /  II Pedro 1.20-21
  • Arrogância - Jó 35.12  /  Isaías 2.12, 17  /  Jeremias 50.31  /  Provérbios 21.4
  • O clamor da natureza - Isaías 19.3-8  /  Isaías 24.1-7  , 33.9  /  Jeremias 12.4  ,  47.2  /  Joel 1.1-12
  • É Jesus o único intercessor do homem diante de Deus - Isaías 53.12  /  Zacarias 9.9-10  /  Mateus 1.20-21  , 9.6  ,  11.27  , 21.42  , 28.18-20  /  Lucas 1.46  ,  5.24  /  João 3.16 , 4.42  , 5.21-27  , 10.14-17  ,  11.25-26  ,  14.6  ,  20.31  /  Atos 4.9-12 , 4.29-31  ,  6.55 ,  10.25-26  ,  10.42-43  , 16.30-31  /  Romanos 8.34  , 10.4,9,10,13 , 14.9-10 /  I Coríntios 3.11  /  II Coríntios 4.5-6  /  Gálatas 2.16,20  /  Efésios 2.13-22  ,  5.19-21  /  Hebreus 2. 17-18  , 7.16-28  ,  12.23-25
  • Cegueira espiritual - II Crônicas 30.8-9  /  Jeremias 19.15  /  Mateus 13.15  /  Romanos 28.26-27,31  /  I Coríntios 2.14  /  II Coríntios 3.14-15  , 4.3-4  /  Efésios 4.18-19  /  Hebreus 3.7-19
  • Como ser um bom amigo - Lucas 10.25-27
  • Celebrar nascimento de um bebê - Lucas 18.15-17  /  João 16. 16.22 
       


Promessas de Deus

São mais de 30 mil...
  •  Eu preciso CRER no direito de recebê-las: João 3.16 - Hebreus 11.9  -  Romanos 10.17
  • Eu preciso OBEDECER ao que Deus determina para a minha vida: Gênesis 12  -  Hebreus 11.8
  • Eu preciso ESPERAR o tempo que for necessário (as promessas podem ser imediatas: Romanos 10.13 ; podem durar meses: Lucas 24.49 ;  podem durar anos : Gênesis 12 a 16 , Romanos 4.20-21 e Josué 14. 8,9,14 (durou 45 anos)
  • Eu preciso LUTAR para recebê-las: Êxodo 3.8 - 33.3  -  II Samuel 3  - Josué 14.12
  • As promessas podem ser dadas em ETAPAS: o Senhor conhece se teremos estrutura e equilíbrio para recebê-las de uma única vez : Salmo 103.14
  • No momento certo, elas até EXTRAPOLAM: Salmo 107.6-9  ; Provérbios 3.5-10:  Malaquias 3.10-11
  • Todas as promessas passam por JESUS
  • As promessas de Deus NÃO PODEM servir para esnobar alguém ou para me desviar dos caminhos do Senhor
  • Tantas quantas forem as promessas, elas devem ser para Glória de Deus : I Coríntios 1.20
  • As promessas de Deus SÃO MUITO MAIS DO QUE IMAGINAMOS : Efésios 3.20-21
  • Porém, a maior e a melhor promessa bíblica é a SALVAÇÃO

Pedro e Paulo eram casados...

Contrariando o falso ensino da igreja católica, a Bíblia confirma que o apóstolo Pedro era casado sim : Ler o livro de Mateus 8. 14-15.
                                           E AINDA :

Para ser membro do Sinédrio, exigia-se que fosse casado. O apóstolo Paulo era membro do Sinédrio, portanto, casado...

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Sonhando os sonhos de Deus

"Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que havemos de ser, mas sabemos que, quando Ele se manifestar, seremos semelhantes a Ele, pois O veremos como Ele é." I João 3.2


      Deus quer que sonhemos, e por isso coloca sonhos em nossos corações. Ele não deseja, contudo, que O deixemos de fora. Deus pede que entreguemos tudo o que sonhamos a Ele, pois enquanto estivermos preocupados em realizar esses sonhos, Ele não poderá guiar-nos. Só quando depositamos cada um deles a Seus pés, o Senhor poderá dizer-nos quais estão de acordo com Sua soberana vontade. Quando o sonho vem de Deus, somos inspirados a buscá-Lo como Ele deseja.
       Há um grande perigo em transformarmos nossos sonhos em ídolos e assim nos conformarmos com essas idealizações.
       Havendo algum anseio indevido guardado em nosso coração, devemos pedir ao Senhor para que o remova, de modo que possamos receber o que Ele tem de melhor para nossas vidas. E ainda, esses sonhos se realizarão à medida que andarmos em Seus caminhos...

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Somos como flechas...

Deus traça um caminho excelente, mas sempre queremos ir por nossos próprios atalhos que nos levam por trilhas desordenadas. Como somos incapazes de conceber os planos de Deus, prendemo-nos aos conceitos humanos que são falhos e imperfeitos...
Como flechas na aljava, esperamos sempre chegar nossa hora- enquanto esperamos, nosso caráter estará em treinamento. Podemos comparar o momento em que o arqueiro mira o alvo e puxa a flecha para trás, com o momento em que Deus está bem próximo, desejoso em dividir a Sua visão e o Seu coração, e quando permitirmos esse compartilhamento, atingiremos nosso alvo... precisamos estar prontos para esse envio, pois aquele que prepara as flechas, deseja usá-las... no momento certo... seremos atraídos ao Senhor e Ele nos lançará para tocarmos pessoas... saibamos compreender o tempo de Deus... saibamos viver cada etapa desse processo...

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

O que acontecerá na Terra após o arrebatamento?

Jesus Cristo virá buscar a Sua igreja (noiva) que estará unida a Ele por toda a eternidade.

Começará um período de "um tempo e metade de um tempo", onde acontecerá uma grande tribulação para aqueles que não aproveitaram o tempo dado pelo Senhor para reconhecerem seus pecados e confessarem que somente Jesus é o Senhor!

De acordo com o livro de Daniel, capítulo 9, uma semana significa sete anos; assim, setenta semanas serão quatrocentos e noventa anos.

Desde a primeira ordem dada para reconstruir Jerusalém, até a vida do Messias, passaram-se quatrocentos e quarenta e cinco anos.

O anticristo fará uma aliança enganadora com os judeus por um período de sete anos. Após três anos e meio, ele quebrará essa aliança - início da 1ª parte da grande tribulação - Nos três anos e meio restantes ele romperá completamente com os judeus e se proclamará rei - severa tribulação.

Israel tentará derrubar a Mesquita em Jerusalém... A Rússia fará uma invasão com um grande poderio bélico, mas não terá sucesso... Israel enfim fará um acordo com a Comunidade Econômica Européia (CEE), surgindo então um único líder... e quando a Europa estiver totalmente unida (inclusive com as dez nações que fizeram parte da antiga era romana), e Israel aceitar a ajuda política para defender sua terra, o anticristo se manifestará para implantar o seu reino - este será o momento que o 1º selo da tribulação será aberto...

Reino Unido, Suécia e Dinamarca ainda não fazem parte da CEE... o anticristo já está em alguma parte da Europa ou no Oriente Médio, preparando-se para tornar-se rei... quando ele se apresentar e o mundo ineiro o conhecer por meio da mídia televisiva, ele confundirá a todos por sua diplomacia e habilidades, exibindo grande poder econômico e militar...

Não fiquemos aguardando ver a figura de satanás com chifres, rabo e um tridente, possivelmente o anticristo será alguém de aparência bonita, por isso, os crentes em Jesus devem vigiar e orar, pois Jesus mesmo afirma que quando Ele retornar todos os olhos no mundo inteiro O verão descendo...