sexta-feira, 29 de março de 2013

Por que os patriarcas viveram tanto?

Segundo o site "abiblia.org", a expectativa de vida do povo de Israel devia ser, provavelmente, de 35 anos. Quando lemos na Bíblia que alguém viveu 200, 300 ou 600 anos, é uma linguagem figurada. Da mesma forma quando se diz que alguém tem um "coração de pedra", não significa que essa pessoa seja de pedra.

A pessoa mais velha que encontramos na Bíblia é Matusalém, que morreu com 969 anos (Gênesis 5,27). Os patriarcas que viveram antes do dilúvio, de Adão até Noé, viveram, segundo o texto sagrado, de 969 a 365 anos e até o período de Abraão a idade das pessoas variava entre 600 e 180 anos. No período que vai de Abraão até Josué, a Bíblia fala de uma média de vida que vai de 180 a 110 anos (Gênesis 35,28; 50,26; Josué 24,29). É importante notar que há textos da Mesopotâmia, local próximo ao contexto onde nasceu a Bíblia, onde certos personagens são apresentados com a idade de 10 mil anos.

Existem várias interpretações para esses números. A mais difundida é aquela que retém que no imaginário comum os tempos passados foram sempre tempos áureos, onde o ser humano era abençoado por Deus e, por isso, vivia muito. De fato, a Bíblia diz que uma vida comprida é uma bênção de Deus (Provérbios 10,27). Portanto, para o autor sagrado os patriarcas viveram muito porque faziam o bem e, principalmente caminhavam segundo os ensinamentos de Deus. Conforme a multiplicação do mal, a bênção divina diminui...


Sabe-se perfeitamente e sem sombra de dúvida que os egípcios, fenícios e babilônios possuíam os mais perfeitos calendários que já houve. 

quinta-feira, 14 de março de 2013

Companhia de Jesus ou Ordem dos Jesuítas

Vamos entender aqui fatos vivenciados por famosos escritores católicos desde a organização de sua igreja e que enxergaram além das aparências.
E alguém poderá afirmar: isso tudo é mentira, é exagero... se assim o for, fica a pergunta para VOCÊ  responder : então, por que após centenas de livros editados em diversos idiomas sobre a origem, o domínio político e militar, o funcionamento da hierarquia da igreja, sua participação com o ocultismo, as mortes "estranhas" de seus clérigos, etc, não foram contestados ou até mesmo os seus autores processados?

Essa Ordem começou com a sua fundação por Inácio de Loyola no ano de 1534 para atingir, por meio dos Jesuítas, dois grandes objetivos da instituição católica romana:

     -  Poder político universal.

     -  Uma igreja única, universal.  ( apocalipse 18 )

Os jesuítas são "missionários" camuflados de sua política. A maior ordem religiosa do mundo, sendo a ala dominante da I.C., agindo de maneira sutil, quando e onde for conveniente, dentro ou fora da igreja.
Dedicados a manipularem o curso da História, erguem ditaduras, enfraquecem democracias, abrem caminho para a anarquia social, moral, militar, educacional e religiosa.
Os seguidores da Companhia de Jesus, têm como alvo os adolescentes e jovens, levando-os a um ideal por meio do controle da mente (exercícios espirituais).
No início de sua formação, não escondiam o fato de se declararem inimigos daqueles que não concordavam com suas ideias, tendo como primeiro ponto principal e imutável o conceito de que o papa é um ser infalível e digno de ser adorado e reverenciado.
São incontáveis as pessoas influentes no mundo empresarial, militar, magistratura, acadêmico e político que estão ligadas à Companhia. As últimas estatísticas apontam 33 mil membros, 500 universidades e cerca de 200 mil estudantes ao ano sofrendo lavagem cerebral.

A história secreta dos jesuítas, ou como são chamados "os filhos de Loyola", está sempre presente ao longo dos anos, como no conflito entre a Áustria e a Sérvia, em 1913, com todas as ações aprovados pela I.C.
O "Santo Papa", na época Pio X, e seus conselheiros jesuítas não estavam preocupados com o sofrimento das "nações cristãs"!  O Vaticano desejava opor-se à Rússia ortodoxa, à França "sem Deus"(que precisava de um "sangramento prolongado" e, de "bonificação"), contra a Inglaterra "herege". Tudo parecia prometer uma guerra "viva e feliz."
Em 1919, os filhos de Loyola colheram os frutos amargos de sua política criminosa. A França não havia sucumbido ao "sangramento prolongado".  A Rússia, ao invés de voltar ao rebanho romano, havia se tornado marxista, anticlerical e oficialmente ateísta.
Os jesuítas estavam por detrás da monarquia de Alfonso XIII, cujo confessor era o padre Lopez. Quando a monarquia espanhola acabou e seus monastérios e colégios foram incendiados, eles estavam por detrás de Gil Robles ( católico, político, revolucionário cuja ideologia beirava a ditadura fascista, confiando que a população era controlável, e seus discursos eram sempre muito cheios de "insinuações anti-democráticas e anti-semita"). Quando a guerra civil espanhola explodiu, os jesuítas estavam por detrás de Francisco Franco. Em Portugal, sustentaram Salazar (primeiro ministro, educado fortemente dentro do catolicismo, político nacionalista, repressor, participou da perseguição ao povo judeu). 
O padre jesuíta Tacchi Venturi  era um dos agentes secretos da I.C. que faziam negociações entre o papa Pio XI e Mussolini (italiano, fundador do fascismo, exaltava os nativos do país e rejeitava os imigrantes),  e ao mesmo tempo, esse padre era o confessor de Mussolini. 
Realizaram plenamente essa missão, que  tempos depois o Parlamento, com forte influência de Dom Sturzo, jesuíta e chefe do Partido Católico, elegeu Mussolini por 306 votos contra 116 e, no encontro, podia-se ver o grupo católico, supostamente democrata cristão, votando de maneira unânime a favor do primeiro governo fascista. E como agradecimento, por um Tratado, Mussolini repassou aos cofres da "Santa Sé" um valor aproximado de 300 milhões de doláres e a soberania da I.C. sobre o território da cidade do Vaticano.
Dez anos depois, a mesma manobra do trabalho incansável dos jesuítas levou a um resultado semelhante na Alemanha. O Zentrum (partido católico) do monsenhor Kass assegurou, por sua votação maciça, a ditadura do nazismo, conferindo amplos poderes a Hitler, que tornou-se amigo de Mussolini, e logo o fascismo foi  exportado para a Alemanha. Seus dois maiores inimigos eram o Protestantismo e a Democracia. E a Companhia de Jesus trabalhava abertamente a favor da hegemonia alemã.


Uma das atribuições dos jesuítas, e não menos importante, é supervisionar toda a imprensa católica. Nas suas publicações adaptadas às necessidades de seus leitores, trazem várias perspectivas sobre a supremacia papal. Não há um jornal ou periódico "cristão" que não conte com a colaboração de alguns "discretos" jesuítas.
Kurt Heinrich Himmler, declarou que um padre jesuíta e oficial superior da "Santa Sé" fazia parte da Gestapo, ajudando a mandar milhões de pessoas ao desespero e judeus aos campos da morte...  

Quais são os truques habilidosos utilizados pelos jesuítas? As próprias nações se deixam levar por esses truques...
François Charles Roux, embaixador francês no Vaticano, assim escreveu naquela época: "O papa parecia se identificar demais com os ditadores",


Os filhos de Loyola eram o cérebro político do Vaticano, e ainda acredita-se que eles exerçam grande influência política e religiosa dentro dos segmentos da I.C.,  espalhando uma filosofia de pseudo-socialismo...

segunda-feira, 11 de março de 2013

Por que os israelitas pediram um rei?

     Depois de um longo período dos juízes, segue-se a História de Israel. No início, o reinado abrange a vida de três reis, com a duração de 120 anos (1102 – 982 a. C.) e foi um período de progresso e até de esplendor para Israel. Todavia, assinala a rebeldia do povo, porque ao pedir um rei, estava, na realidade, desprezando o sistema de governo de Deus, para seguir seus próprios planos. Essa rejeição iria trazer para o povo, conforme Samuel o preveniu, perdas, encargos e sofrimentos. Mas Deus, misericordioso com o povo, ajudou-o na escolha do primeiro rei, conforme I Samuel 8.

    Os capítulos de 9 a 11 de I Samuel nos mostram os acontecimentos importantes desses três capítulos, demonstrando enfaticamente que Saul é o escolhido de Deus como rei de Israel, e que Deus o capacitou totalmente para desempenhar essa tarefa: nos capítulos 9 e 10 fica claro para Samuel que Saul é o escolhido de Deus e que deve ser convencido sobre o fato. Vemos a seguir o sorteio, a designação de Saul, e a grande vitória militar sobre Naás e os amonitas, que convencem os Israelitas de que Saul é seu rei.
    Veremos todos os reis que foram chamados para reinar, comandar, dirigir a nação, e como eles erraram, desobedeceram, pecaram tornando-se idólatras, traidores uns para com os outros, sendo eles irmãos e descendentes de um mesmo pai – Abraão.
    O povo de Israel, mais uma vez, é desleal para com Deus. O início dos reinados nasceu da rebelião do povo. No verso 18 do capítulo 10 de I Samuel, Deus lembra que Ele mesmo tinha tirado o povo do Egito e o tinha protegido até ali. Deus mesmo o governaria por meio de servos de Sua escolha. Ao pedir um rei que os governasse, como em todas as nações ao seu redor, os israelitas foram na contra mão dos planos de Deus.

   Quando Saul ( o 1º rei) fracassou, Deus escolheu outro líder, Davi. Ele não era um homem sem pecado, mas sua atitude para com Deus era tal que Deus considerava Davi um homem que lhe agradava (1 Samuel 13:14). O destino de Davi tornou-se entrelaçado com a vinda do Messias. Ainda que o domínio de Deus existisse antes da vinda de Cristo, havia algum sentido no qual o reino seria estabelecido de uma forma que não tinha existido anteriormente (Daniel 2:44). Seria o reino de Deus entregue nas mãos do Ungido de Deus. Numa visão, Daniel viu ser dado ao Messias, “domínio, e glória, e o reino” (Daniel 7:14). Esse reino o Messias partilharia com os santos (Daniel 7:18).
CComo Deus já instruíra em Deuteronômio 17:15, o rei deve ser alguém de Sua eOs capítulos 9 a 11 de I Samuel nos dizem. Os acontecimentos destes três capítulos têm um propósito muito importante, pois demonstram enfaticamente que Saul é o escolhido de Deus como rei de Israel, e que Deus o capacitou totalmente para desempenhar esta tarefa. Os acontecimentos do capítulo 9 deixam claro a Samuel que Saul é o escolhido de Deus. Os capítulos 9 e 10 descrevem os acontecimentos que devem convencer Saul de que ele é escolhido de Deus. E os capítulos 10 e 1

Ânimo

      Não devemos nos sentir vencidos, fracassados ou inúteis. Jesus Cristo está vivo! Ele ressuscitou Poderoso, para nos fazer mais que vencedores. Levantemo-nos como filhos de Deus, com ousadia, entrando no Santuário com temor, mas com destemos também, com alegria e com confiança.
        Nosso Deus tem sempre uma janela aberta quando uma porta se fecha. ELE tem sempre uma outra possibilidade diante das dificuldades da vida. Enquanto houver Esperança e Fé, haverá sempre Vitória! ELE fará os nossos pés como os das corças, o Senhor nos colocará em lugares altos! Não haverá "beco sem saída" na caminhada do cristão genuíno, porque uma tarde sombria não ofuscará o esplendor glorioso de um novo amanhecer...
      Sabemos que a Fé se apóia na certeza inabalável da Palavra de Deus, e em seguida, devemos perseguir o alvo gracioso. Olhando sempre para a Fidelidade de Quem faz a Promessa, louvando-O pela Sua Soberania...