sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Halloween...

O dia 31 de outubro é, originariamente, o Dia da Reforma Protestante, que aconteceu em 31/10/1517, quando Martinho Lutero tornou público suas noventa e cinco teses fazendo um convite aberto ao debate teológico sobre as indulgências na igreja católica. Porém, muitas e muitas pessoas comemoram nesse dia a festa do Halloween. Halloween não pertence à nossa cultura, é um estrangeirismo, mais propriamente norte-americanismo, apesar das referências à origem se referirem ao povo druida na Europa. E, como tantas festas importadas, às vezes é recebida sem a percepção das implicações.

Halloween é tradição do paganismo! É uma celebração aos mortos ! A festa das bruxas! Os personagens temáticos escolhidos para as fantasias ilustram bem este fato: fantasmas e entes mágicos, demônios e monstros, satanás, magos e bruxas, vampiros e lobisomem, múmias e outros zumbis! Mesmo que no Brasil não se faça alusão ao "trick or treat" (doce ou travessura), o folclore valorizado nas festas relativas à comemoração do Halloween não é saudável para a fé, moral ou para a piedade!

Em anos idos, a igreja católica romana, por meio de um ato do Papa Gregório III, tentou cristianizar a comemoração da festa das bruxas estabelecendo os eventos similares denominados de Dia dos Mortos, e Dia de Todos os Santos, utilizando-se das datas de Primeiro e Dois de Novembro, estendendo, assim, a celebração ocultista.

É importante não colocarmos nosso apoio pessoal ou familiar em eventos que são opostos à fé sadia e bíblica. Também não é próprio do cristão reforçar valores do paganismo e minorar o mal que é inerente aos festejos do satanismo e da superstição popular. Além disso, nessas festas sempre surgem pessoas que se acham engraçadas se travestindo como se fossem Jesus Cristo e colocando a escárnio o nome e o Evangelho do nosso grande Senhor e Salvador !

Halloween, geralmente, é proposto por cursos de inglês, algumas escolas que valorizam a cultura folclórica norte-americana, por clubes e casas dançantes, e até famílias que ainda não perceberam a gravidade de " brincar" com o satanismo!

“Todas as coisas são lícitas, mas nem todas convêm; todas são lícitas, mas nem todas edificam” (1Coríntios 10.23).


O Pentateuco...

Conjunto dos cinco primeiros livros da Bíblia. Estes livros são fundamentais para a compreensão de todos os outros livros da Bíblia.
No Pentateuco, a personagem principal é YHWH, Deus escolhendo homens para fazer nascer e moldar um povo que espalhasse pelo mundo que Ele é o único Deus.
O primeiro livro é chamado Gênesis, palavra grega que significa “nascimento, origem”.
O segundo livro é chamado Êxodo, palavra grega que significa “passagem, saída”.
O terceiro livro é chamado Levítico, nome dado em virtude de contar os regulamentos e as observações com respeito ao sacerdócio levítico.
O quarto livro é chamado Números, assim chamado por narrar dois recenseamentos (no deserto do Sinai e saída do Egito, após as pragas).
E o quinto livro é chamado Deuteronômio, que quer dizer “repetição da Lei, ou segunda Lei”.

Quanto ao conteúdo, os cinco primeiros livros da Bíblia abraçam desde a criação do mundo (Gn 1) até a morte de Moisés (Dt 34).

As três formas literárias que mais aparecem são as narrativas, as poesias e as leis:

Narrativa é uma história que relata eventos em ordem cronológica, tem personagens que se relacionam entre si e que têm um propósito específico. De acordo com Dt 4.9-10, as narrativas do povo de Israel funcionavam como arquivos da história do povo. Deus se revela ao povo por meio de eventos históricos específicos.

A poesia hebraica é caracterizada pela sua estrutura e ritmo e não pela sua rima. Sua característica mais comum é o paralelismo. As poesias são geralmente espalhadas entre as narrativas e incluem cânticos, falas proféticas e bênçãos.

E as leis têm o propósito de orientar a vida da comunidade israelita.

O propósito histórico-teológico do Pentateuco é narrar a história da formação de Israel do ponto de vista dos desígnios de Deus. Os aspectos principais da teologia registrada são:

YHWH é o Deus Vivo (Dt 5.26).

YHWH é o Deus que cria (Gn 1.1; 14.19).

YHWH é o Deus que age (Ex 3.8; 12.12).

YHWH é o Deus que é um só (Dt 6.4).

YHWH é o Deus ético (Ex 20; Dt 5).

YHWH é Rei (Gn 12.3; Ex 19.6; Dt 7.6).


Teresa Akil – Revista da Bíblia - Ano XIV - nº 56 – 4T09

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Sobre o número sete...

SETE são os dias da semana, são as cores do arco-íris, são as maravilhas do mundo antigo,
são as notas musicais... sete é o número da perfeição divina. A perfeição de Cristo passa a habitar em nós quando O aceitamos em nossos corações...

Deus ordenou ao homem trabalhar seis dias e descansar no sétimo.
“O Grande Arquiteto do Universo completou em seis dias Sua obra da criação, e descansou no sétimo dia... no sétimo dia Ele descansou, dando ao homem o exemplo, trabalhando seis dias e descansando no sétimo.”
O mundo diz que o número sete é "conta de mentiroso". A Bíblia, porém, contradiz frontalmente esse conceito. O sete é predominante nela. No Novo Testamento, por exemplo, há estas referências:
Jesus, quando estava na Cruz, na forma ainda humana, pronunciou suas últimas sete frases (Lucas 23).
As sete festas celebradas no ano duravam sete dias e juntas somavam setenta e sete dias.
Jesus disse que quando Satanás sai do coração do homem, e os frutos do Espírito não o povoa, ele volta e traz sete espíritos piores (Mat. 12:45).
Sete foram os pãezinhos que Jesus multiplicou para dar comida à uma multidão, e ainda sobraram sete cestos cheios (Mat. 15:34-37).
Pedro desejava saber o limite do perdão. Sete vezes? perguntou a Jesus! Não até sete, mas até setenta vezes sete, respondeu Jesus (Mat. 18:21 e 22).
Os saduceus, em abono de sua crença herética, perguntaram a Jesus de quem seria a mulher dos sete irmãos que a desposaram (Mat. 22:24-28).
Quando Jesus ressuscitou, a primeira pessoa a vê-Lo foi Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demônios(Mar. 16:9).
Sete anos também foram os dias de felicidade que tivera ao lado de seu esposo a profetisa Ana (Luc. 2:36).
Mais uma vez Jesus ensinou que, se o nosso irmão pecar contra nós sete vezes em um dia, sete vezes devemos perdoá-lo (Luc. 17:4).
Sete homens foram escolhidos para serem diáconos e ajudarem na Igreja Apostólica (Atos 6:3). Sete nações foram destruídas por Israel até que se estabeleceu definitivamente na Terra Prometida (Atos 13:19).
Sete foram os filhos de Ceva, judeu principal dos sacerdotes, que tentavam imitar a Paulo, em suas maravilhas e milagres (Atos 19:14).
Sete dias ficou Paulo em Tiro quando o navio em que viajava parou para ser descarregado (Atos 21:4).
Filipe era um dos sete diáconos (Atos 21:8).
Sete dias era o prazo para a purificação do templo (Atos 21:27).
Sete dias ficou Paulo com os irmãos da Igreja de Potéoli (Atos 28:13 e 14).
Sete mil foram os fiéis que não dobraram seus joelhos diante de Baal (Rom. 11:4).
Sete dias foi o prazo em que o povo de Deus rodeou os muros de Jericó até derrubá-lo (Heb. 11:30).
Sete pessoas foram as únicas que se salvaram juntamente com Noé, das águas do dilúvio (II Pedro 2:5).
Sete são as igrejas da Ásia que João relata em sua visão.
Sete são os espíritos que estão diante do trono de Deus (Apoc. 1:4).
Sete castiçais de ouro João viu em sua visão (Apoc. 1:12 e 13).
Sete estrelas viu João na destra de Jesus (Apoc. 1:16). João disse que as sete estrelas são os sete anjos das sete Igrejas, e os sete castiçais, são as sete igrejas (Apoc. 1:20). “Eu sei as tuas obras”, disse aquEle que tinha em Sua destra as sete estrelas (Apoc. 2:1 e 2). Os sete espíritos diante do trono de Deus são comparados por João a sete lâmpadas, ou sete tochas (Apoc. 4:5).
João viu na mão de Deus um livro selado com sete selos. Somente Jesus podia abrir aqueles sete selos (Apoc. 5:1 e 5). Jesus é simbolizado por um Cordeiro com sete pontas e sete olhos, que são os sete espíritos (Apoc. 5:6). “O Cordeiro abriu um dos sete selos” (Apoc. 6:1). Na abertura do selo número sete, houve “silêncio no Céu por quase meia hora” e João viu diante de Deus sete anjos e foram-lhe dadas sete trombetas (Apoc. 8:1-2). Então os sete anjos com as sete trombetas se prepararam para tocar (Apoc. 8:6). “Os sete trovões fizeram soar suas vozes” quando um anjo veio do Céu com um livrinho na mão, colocando seu pé sobre a terra e outro no mar(Apoc. 10:3).
Sete mil homens morreriam por um terremoto, segundo a profecia de Apocalipse 11:13. João viu no Céu um dragão com sete cabeças e sete diademas (Apoc. 12:3). Depois viu subir do mar uma besta que tinha sete cabeças (Apoc. 13:1). Divisou também um grande sinal no Céu: sete anjos com as sete últimas pragas (Apoc. 15:1). Posteriormente “um dos quatro animais deu aos sete anjos salvas de ouro, cheias da ira de Deus” (Apoc. 15:7). Após o que ordenou aos sete anjos, derramar sobre a Terra as sete salvas da ira de Deus(Apoc. 16:1).
Em Espírito, João foi levado ao deserto, onde viu uma besta de cor escarlata que tinha sete cabeças (Apoc. 17:3). As sete cabeças são os sete montes (Apoc. 17:9). São também, segundo o apóstolo, sete reis (Apoc. 17:10). Há um enigma a mais em Apocalipse 17:11: “A besta que era e já não é, é ela também o oitavo, e é dos sete, e vai à perdição.”
A multiplicidade deste número é como que um chamar insistente e constante à nossa consciência para alguma coisa. O sete é o número da perfeição e predileção divina, tanto que, ao criar o mundo e tudo o que nele existe, Deus o fez em seis dias e descansou no sétimo. Não que Deus se canse, mas para nos dar o exemplo.

Vida cristã...

A vida cristã começa com louvor porque as portas da Salvação chamam-se louvor ( Isaías 60.18 ) .
O objetivo das Escrituras é revelar Jesus Cristo, com quem passamos a ter um relacionamento, causando espanto aos olhos daqueles que se perdem. O nosso objetivo ao ir à igreja deve ser Jesus, que é o foco de nossa adoração. Ele vive em nós. E "estar com Cristo" significa a morte da velha natureza, pois fomos crucificados com Ele.
E "estar em Cristo" significa que fomos aceitos por Deus que nos vê "em Cristo".
O sangue derramado por Jesus já se perdeu no tempo. Porém, o Espírito Eterno nos tráz esse sangue que purifica nossos erros, nos libertando de nós mesmos, eliminando tudo aquilo que não agrada ao Senhor.
Tudo deve convergir para Jesus. Por meio Dele temos à nossa disposição o amor, a paciência, a liberação do perdão...
E quanto ao mais, precisamos ter no coração o que o Senhor nos orienta em Deuteronômio 29.29: "As coisas encobertas pertencem ao Senhor, o nosso Deus, mas as reveladas pertencem a nós e a nossos filhos para sempre, para que sigamos todas as palavras desta lei".

sábado, 10 de outubro de 2009

Sobre o livro de Deuteronômio...

Em toda a Bíblia somos exortados a obedecermos à Palavra do Senhor, mas encontramos fortemente esta Vontade Soberana no livro de Deuteronômio, que também é conhecido como o "livro da obediência".
No livro de Deuteronômio estão os discursos que Moisés fez quando o povo de Israel estava na terra de Moabe, a leste do rio Jordão. Depois de terem caminhado quarenta anos pelo deserto, os israelitas estavam prontos para atravessarem o Jordão e tomarem posse da terra de Canaã.
Nesses discursos Moisés faz o povo se lembrar do que Deus havia feito ao longo dos quarenta anos, como os havia livrado da escravidão do Egito e os havia levado pelo deserto para a Terra Prometida. Ele manda o povo obedecer a Deus e cumprir a sua parte do acordo que Deus havia feito com eles e avisa que serão castigados se forem desobedientes.
Acima de tudo o livro de Deuteronômio mostra o amor que Deus tem pelos israelitas. O Deus Eterno os escolheu para serem o Seu povo. Portanto, eles devem amá-Lo e obedecer aos Seus mandamentos para que continuem a receber as bênçãos de Deus na terra onde vão morar.
E no capítulo 32.48-52 encontramos a Palavra do Senhor advertindo Moisés, e declarando por quê ele não entraria em Canaã; confirmamos essa passagem em Números 20.7-13.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

A Bíblia Sagrada...

A Bíblia é um livro muito antigo. É o registro da revelação de Deus escrita por várias pessoas, em diversos lugares, em contextos diversos. Foi escrita ao longo de um período aproximado de 1.600 anos por cerca de 40 homens das mais diversas profissões, origens culturais e classes sociais.
Estes homens, inspirados por Deus, escreveram a Bíblia.

Louvor constante...

Paulo e Silas curaram uma moça, fizeram o bem, mas foram mal interpretados. Foram acusados, surrados, presos... eles poderiam se revoltar e culpar os donos da escrava, os homens que os surraram, as autoridades... mas a reação deles foi a de cantar na cadeia. Eles sabiam que Deus tinha um propósito para tudo o que estava acontecendo. Realmente. O carcereiro ao ver a cadeia estremecer e as correntes cairem, entregou sua vida a Jesus. Ele e toda a sua família. Imagine como Deus amava o carcereiro ! Tudo aconteceu para que o carcereiro tivesse contato com o Evangelho. Da mesma maneira, quem sofre muito, se quiser, pode colocar a culpa em muitas coisas. Você tenta fazer o bem, mas não lhe interpretam corretamente. Você é surrado, entregue aos soldados para ser preso... então seja capaz de cantar louvores ao Senhor. Assim você verá a cadeia estremecer, as correntes cairem, as portas se abrirem... certamente Deus está usando sua vida em direção aos corações que estão perdidos. Podem ser pessoas que você ainda não conhece, talvez pessoas que você conhece há muito tempo. De qualquer maneira, esse seu sofrimento tem data marcada para terminar e é por meio dele que você encontrará as pessoas que precisam ouvir sua palavra e aprender com a sua história.

Lei Cerimonial...

Anunciada por Moisés - Êxodo 24.3

Escrita por Moisés - Êxodo 24.4 ; Deuteronômio 31.19

Escrita em um livro - Êxodo 24.4,7 ; Deuteronômio 31.24

Entregue por Moisés aos levitas -Deuteronômio 31. 25-26

Depositada "junto da arca" - Deuteronômio 31.26

Prescreve as "ofertas" para o pecado - Todo o livro de Levíticos

Não há nenhum pecado em "quebrar" esta lei - Efésios 2.15

Não seremos julgados por esta lei - Gálatas 2.16

O apóstolo Paulo a chamou de "jugo da servidão" - Gálatas 5.1

Jesus riscou a "cédula que era contra nós nas ordenanças" - Colossenses 2.14

Era fraca e inútil - Hebreus 7.18-28