quinta-feira, 10 de março de 2011

Judas

Como as opiniões a respeito do autor desse livro são divergentes e conflitantes, nem me atrevo a fazer qualquer comentário, já que o seria bem superficial e perderia de longe confrontado com os estudos de grandes teólogos. Limito-me apenas a informar que a carta, com vinte e cinco versículos, foi escrita, acima de tudo, para advertir a igreja contra os mestres imorais e as heresias alarmantes que estavam pondo em perigo a fé que os crentes possuíam.

domingo, 6 de março de 2011

III João

Terceira epístola do apóstolo João, escrito, provavelmente no ano 90 da era comum, na cidade de Éfeso. Com apenas 15 versos em um único capítulo, a epístola tem um destinatário certo, o presbítero Gaio, homem de uma das igrejas da Ásia Menor, tendo o propósito de motivá-lo em sua vida cristã. A epístola destaca os procedimentos de Gaio, Diótrefes e Demétrio. Daí surgiram testemunhos positivos e negativos, fazendo com que essas pessoas se tornassem bons ou maus exemplos a serem imitados ou evitados.
Gaio foi generoso e hospitaleiro com os missionários que recebia em sua casa; Demétrio amava a verdade, já Diótrefes foi exposto como um sujeito que cuidava de seus próprios interesses e tentava utilizar-se da Igreja local para alcançar o poder. Foi um homem que menosprezou a autoridade do apóstolo, agindo com orgulho e soberba, causando divisão na Igreja.

II João

Já familiarizados com os escritos do apóstolo, logo reconhecemos sinais de sua autoria na segunda epístola. Sua ênfase sobre os temas: "verdade", "amor", "mandamento", "permanecer", e o combate às falsas doutrinas, constituiem-se marca de João em suas cartas. Afinal, dos 13 versos da segunda epístola, 8 se encontram quase idênticos na primeira. Suas epístolas foram escritas na mesma época, notando-se na segunda que os assuntos da primeira ainda persistem na mente no apóstolo. Ele ainda se mostra combativo em relação aos enganadores. Seu esforço é a favor da verdadeira doutrina de Cristo.
João foi o discípulo amado, o apóstolo do amor...

I João

Cinco livros do Novo Testamento são atribuídos ao apóstolo João: O Evangelho segundo João, o Apocalipse e as chamadas Epístolas de João. Estes cinco livros, conhecidos como literatura joanina, contém três tipos de literatura encontrada no Novo Testamento: história, epístolas e apocalíptica.

João escreveu o evangelho para os incrédulos, para os novos convertidos, e as epístolas, para os cristãos professos.
O propósito dessa primeira carta foi o de advertir os cristãos sobre os perigos dos ensinamentos dos homens heréticos. João também advertiu sobre ser obediente às Leis de Deus, a amar o próximo e a respeitar a doutrina cristã.

II Pedro

O local mais provável onde a epístola teria sido escrita continua sendo a cidade de Roma, no fim do século I ou até mesmo em meados do século II.
Sabendo que seria morto por sua fé em Jesus, o apóstolo Pedro diz que buscaria meios para que suas mensagens pudessem continuar sendo propagadas após o seu martírio.
O objetivo da segunda carta foi o de ensinar aos cristãos como lidar com questões internas ligadas aos falsos mestres e malfeitores infiltrados na igreja. Pedro deixou claro a importância de estimular o crescimento cristão, combater os falsos ensinos e encorajar a vigilância quanto à segunda vinda de Cristo.

I Pedro

Carta escrita para os cristãos que viviam em cinco províncias romanas que ficavam numa região que hoje faz parte da Turquia. Mencionando estar na Babilônia, o que para todos os estudiosos refere-se à Roma, o apóstolo procura dar ânimo aos cristãos para continuarem firmes na Rocha, apesar do sofrimento e das perseguições externas que enfrentavam, citando Cristo como exemplo, que suportou o sofrimento e a morte de cruz por amor a eles.

Tiago

Líder da "igreja central", escreveu a carta para ajudar na resolução de vários problemas, tais como: imoralidades, provações,... nas igrejas dos judeus convertidos e na diáspora (dispersão dos judeus no correr dos séculos).
Descreveu as características de uma fé viva e genuína, desafiando os leitores a examinarem-se, encorajando-os a desenvolver uma fé santa e madura. A verdadeira fé certamente mostraria a sua autenticidade por meio das boas obras.