domingo, 14 de fevereiro de 2010

A tão famosa ansiedade...

São muitos os momentos em que nos pegamos pensando, afinal, nossa mente é uma máquina poderosa... pensamos no sucesso do nosso trabalho, no bem-estar da família, em adquirir maiores conhecimentos acadêmicos, etc, etc, etc,... Não faltam preocupações para a população mundial. Dias tão atribulados, nervosos, violentos... com tanta coisa para pensar e tanta preocupação, o nível de ansiedade aumenta a cada dia, e nos tornamos reféns dos nossos pensamentos e sentimentos.
No tempo de Jesus também foi assim, a ponto de o Mestre dizer ao povo: "Não andeis ansiosos por nada". Vestir, comer, beber... nada é NADA mesmo. A Bíblia nos ensina para estarmos sempre em oração, suplicando ao Senhor por sabedoria, proteção e consolo em dias difíceis. Mas também não podemos esquecer de mostrar-Lhe gratidão pelo livramento, Seus cuidados diários e proteção. Todos os dias, até o final dos tempos, momentos difíceis e tensos existirão, mas o Senhor afirma que "os cabelos de vossa cabeça estão contados", e por mais que nos preocupemos, não mudaremos o curso da história que já está escrita, não temos a mínima condição de acrescentar um dia sequer à própria vida!
A Bíblia nos diz para colocarmos em primeiro lugar a sabedoria, a justiça e tudo o mais que provém de Deus, e todas as demais coisas nos serão acrescentadas.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Profetas Habacuque,Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias

Habacuque

Foi no tempo em que viveu o profeta, por volta do ano 612 a.C, que os babilônios derrotaram os assírios e se tornaram o império mais poderoso do mundo. O profeta vê o perigo que o seu povo corre e não entende como é que Deus pode tolerar os babilônios, um povo mau e cruel. Deus responde que virá o tempo em que Ele castigará os inimigos do povo de Israel e que o profeta espere com paciência, confiando na Justiça Divina. Os maus serão castigados, e aqueles que são fiéis a Deus viverão.O livro termina com uma bela oração, em forma de Salmo, onde Habacuque louva a Grandeza de Deus e ao mesmo tempo mostra sua fé NELE.

Tema principal: Os mistérios da Providência


Sofonias

A sua mensagem parece ter sido anunciada antes da reforma religiosa feita por Josias, rei de Judá, no ano 621 a.C. O profeta fala do Dia do Deus Eterno, quando Ele castigará o povo de Judá e os moradores de Jerusalém. Porém Ele castigará também os outros povos, e as cidades dos filisteus serão destruídas. Mas a cidade de Jerusalém, depois de ser castigada, receberá de novo a Graça e as Bênçãos de Deus.

Tema principal: Os perscrutadores juizos de Deus


Ageu

No ano 538 a.C, os israelitas começaram a voltar da Babilônia, onde tinham vivido como prisioneiros. Eles construíram as suas casas em Jerusalém, porém não deram atenção ao Templo, que estava destruído. No ano 520 a.C, o profeta Ageu anunciou algumas mensagens de Deus, ordenando ao povo que construísse de novo o Templo. Os israelitas deviam voltar para Deus, e assim Deus os abençoaria, e eles viveriam em paz e prosperidade. Ageu foi companheiro do profeta Zacarias.

Tema principal: Repreensões por causa do descuido para com a construção do templo.


Zacarias

Seu livro divide-se em duas partes:

1. Os capítulos 1-8 narram as mensagens de Zacarias, um profeta que estava entre os israelitas que voltavam para Jerusalém, do cativeiro na Babilônia. Zacarias foi companheiro do profeta Ageu. As mensagens do profeta, anunciadas entre 520 e 518 a.C, são uma série de visões que tratam da reconstrução de Jerusalém e do Templo, do perdão dos pecados do povo e sobre o futuro, quando o Messias viria.

2. Os capítulos 9-14 são uma coleção de mensagens a respeito do Messias e do juízo final. O versículo Zc 9.9 é citado em Mt 21.5 e Jo 12.15, passagens que falam da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém.

Malaquias

Entre os anos 500 e 450 a.C, o profeta Malaquias anunciou as mensagens de Deus ao povo de Judá, depois de haver sido reconstruído o Templo de Jerusalém. O povo não estava obedecendo às leis de Deus, e era necessário que eles abandonassem os seus pecados e as suas maldades. Malaquias também falou contra os sacerdotes, pois eles não estavam cumprindo o seu dever de apresentar sacrifícios e ofertas que agradassem a Deus. Malaquias anunciou que o Deus Eterno viria purificar o Seu povo, mas antes daquele dia enviaria o Seu mensageiro para preparar o caminho. Aqueles que se arrependessem e voltassem para Deus seriam novamente o Seu povo.

Tema principal: Descreve o período final da história do Antigo Testamento, mostrando a necessidade de grandes reformas que preparem o caminho para a vinda do Messias.

Profetas Obadias, Jonas, Miquéias e Naum

Obadias é o livro mais curto do Velho Testamento, tendo apenas 21 versículos. Não é citado no Novo Testamento. Mesmo sendo breve, Obadias é um livro que apresenta uma dificuldade nada proporcional ao seu tamanho.
Obadias não tem uma história pessoal, mas seu livro ensina lições de enorme valor.

Jonas foi um profeta desobediente e por isso foi castigado, mas finalmente acabou obedecendo a Deus. Seu livro mostra que Deus domina o mundo inteiro: o céu, o mar, a terra, os animais, os seres humanos. Ele é também Deus de amor e compaixão, sempre pronto a perdoar e a salvar tanto as pessoas que fazem parte do povo de Israel como as que são de outras nações.


Miquéias viveu no tempo do profeta Isaías. Seu livro fala contra os pecados do povo de Judá e de Israel. Mas também fala sobre a bondade de Deus.

Enfatiza o domínio universal da paz (Mq 4.1-4), o futuro rei que nasceria em Belém e que traria paz ao povo de Deus (Mq 5.2-4) e a definição clara e resumida daquilo que Deus exige do Seu povo: "O que Ele quer é que façamos o que é direito, que amemos uns aos outros com dedicação e que vivamos em humilde obediência ao nosso Deus" (Mq 6.8).


Naum viveu na mesma época em que viveram os profetas Habacuque e Sofonias. Seu livro é uma poesia sobre a queda de Nínive, a capital da Assíria. Durante cento e cinqüenta anos, a Assíria havia dominado os países do Oriente Médio, mas no ano 612 a.C os babilônios conquistaram Nínive. O profeta Naum vê a queda de Nínive como o castigo que Deus manda sobre um povo perseguidor e cruel. A linguagem do profeta é brilhante, e por meio de várias figuras ele descreve a queda da grande e poderosa capital da Assíria.



Profeta Amós

Em sua juventude não foi educado junto com os outros profetas; trabalhava como pastor, cuidando dos seus rebanhos no vale de Asher. Porém, mais tarde, foi chamado divulgar suas profecias, e todas se tornaram realidade.
Amós não hesitou em censurar seu próprio povo nos termos mais enfáticos. Previu a guerra, a derrota, a destruição e grande sofrimento para seu povo.

Profeta Joel

Joel, também chamado de “o profeta do avivamento”. Ele compreendeu que o arrependimento sincero é a base da verdadeira espiritualidade e era para que isto acontecesse com seu povo que ele se esforçava. O conteúdo básico de seu livro é o apelo ao arrependimento.
Joel também anuncia o dia do Senhor e previne sob a iminência de um ataque militar que viria por parte de uma nação estrangeira e termina o livro com a preciosíssima mensagem sobre o derramamento do Espírito Santo.

Profeta Oséias

Um dos profetas menores, liderou um movimento de resistência no final da vida no Reino do Norte provavelmente no final do reinado de Jeroboão II até a queda da capital, Samaria.
Fala sobretudo contra as lideranças religiosas e políticas infiéis que conduziram o povo a uma situação de grave infidelidade à Aliança com Deus.
O capítulo quatro retrata uma situação que acontecia naquela época mas que é muito atual :
"homicídios, adultérios, lamentos da terra, ...