quinta-feira, 14 de março de 2013

Companhia de Jesus ou Ordem dos Jesuítas

Vamos entender aqui fatos vivenciados por famosos escritores católicos desde a organização de sua igreja e que enxergaram além das aparências.
E alguém poderá afirmar: isso tudo é mentira, é exagero... se assim o for, fica a pergunta para VOCÊ  responder : então, por que após centenas de livros editados em diversos idiomas sobre a origem, o domínio político e militar, o funcionamento da hierarquia da igreja, sua participação com o ocultismo, as mortes "estranhas" de seus clérigos, etc, não foram contestados ou até mesmo os seus autores processados?

Essa Ordem começou com a sua fundação por Inácio de Loyola no ano de 1534 para atingir, por meio dos Jesuítas, dois grandes objetivos da instituição católica romana:

     -  Poder político universal.

     -  Uma igreja única, universal.  ( apocalipse 18 )

Os jesuítas são "missionários" camuflados de sua política. A maior ordem religiosa do mundo, sendo a ala dominante da I.C., agindo de maneira sutil, quando e onde for conveniente, dentro ou fora da igreja.
Dedicados a manipularem o curso da História, erguem ditaduras, enfraquecem democracias, abrem caminho para a anarquia social, moral, militar, educacional e religiosa.
Os seguidores da Companhia de Jesus, têm como alvo os adolescentes e jovens, levando-os a um ideal por meio do controle da mente (exercícios espirituais).
No início de sua formação, não escondiam o fato de se declararem inimigos daqueles que não concordavam com suas ideias, tendo como primeiro ponto principal e imutável o conceito de que o papa é um ser infalível e digno de ser adorado e reverenciado.
São incontáveis as pessoas influentes no mundo empresarial, militar, magistratura, acadêmico e político que estão ligadas à Companhia. As últimas estatísticas apontam 33 mil membros, 500 universidades e cerca de 200 mil estudantes ao ano sofrendo lavagem cerebral.

A história secreta dos jesuítas, ou como são chamados "os filhos de Loyola", está sempre presente ao longo dos anos, como no conflito entre a Áustria e a Sérvia, em 1913, com todas as ações aprovados pela I.C.
O "Santo Papa", na época Pio X, e seus conselheiros jesuítas não estavam preocupados com o sofrimento das "nações cristãs"!  O Vaticano desejava opor-se à Rússia ortodoxa, à França "sem Deus"(que precisava de um "sangramento prolongado" e, de "bonificação"), contra a Inglaterra "herege". Tudo parecia prometer uma guerra "viva e feliz."
Em 1919, os filhos de Loyola colheram os frutos amargos de sua política criminosa. A França não havia sucumbido ao "sangramento prolongado".  A Rússia, ao invés de voltar ao rebanho romano, havia se tornado marxista, anticlerical e oficialmente ateísta.
Os jesuítas estavam por detrás da monarquia de Alfonso XIII, cujo confessor era o padre Lopez. Quando a monarquia espanhola acabou e seus monastérios e colégios foram incendiados, eles estavam por detrás de Gil Robles ( católico, político, revolucionário cuja ideologia beirava a ditadura fascista, confiando que a população era controlável, e seus discursos eram sempre muito cheios de "insinuações anti-democráticas e anti-semita"). Quando a guerra civil espanhola explodiu, os jesuítas estavam por detrás de Francisco Franco. Em Portugal, sustentaram Salazar (primeiro ministro, educado fortemente dentro do catolicismo, político nacionalista, repressor, participou da perseguição ao povo judeu). 
O padre jesuíta Tacchi Venturi  era um dos agentes secretos da I.C. que faziam negociações entre o papa Pio XI e Mussolini (italiano, fundador do fascismo, exaltava os nativos do país e rejeitava os imigrantes),  e ao mesmo tempo, esse padre era o confessor de Mussolini. 
Realizaram plenamente essa missão, que  tempos depois o Parlamento, com forte influência de Dom Sturzo, jesuíta e chefe do Partido Católico, elegeu Mussolini por 306 votos contra 116 e, no encontro, podia-se ver o grupo católico, supostamente democrata cristão, votando de maneira unânime a favor do primeiro governo fascista. E como agradecimento, por um Tratado, Mussolini repassou aos cofres da "Santa Sé" um valor aproximado de 300 milhões de doláres e a soberania da I.C. sobre o território da cidade do Vaticano.
Dez anos depois, a mesma manobra do trabalho incansável dos jesuítas levou a um resultado semelhante na Alemanha. O Zentrum (partido católico) do monsenhor Kass assegurou, por sua votação maciça, a ditadura do nazismo, conferindo amplos poderes a Hitler, que tornou-se amigo de Mussolini, e logo o fascismo foi  exportado para a Alemanha. Seus dois maiores inimigos eram o Protestantismo e a Democracia. E a Companhia de Jesus trabalhava abertamente a favor da hegemonia alemã.


Uma das atribuições dos jesuítas, e não menos importante, é supervisionar toda a imprensa católica. Nas suas publicações adaptadas às necessidades de seus leitores, trazem várias perspectivas sobre a supremacia papal. Não há um jornal ou periódico "cristão" que não conte com a colaboração de alguns "discretos" jesuítas.
Kurt Heinrich Himmler, declarou que um padre jesuíta e oficial superior da "Santa Sé" fazia parte da Gestapo, ajudando a mandar milhões de pessoas ao desespero e judeus aos campos da morte...  

Quais são os truques habilidosos utilizados pelos jesuítas? As próprias nações se deixam levar por esses truques...
François Charles Roux, embaixador francês no Vaticano, assim escreveu naquela época: "O papa parecia se identificar demais com os ditadores",


Os filhos de Loyola eram o cérebro político do Vaticano, e ainda acredita-se que eles exerçam grande influência política e religiosa dentro dos segmentos da I.C.,  espalhando uma filosofia de pseudo-socialismo...

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