domingo, 29 de novembro de 2009

Confiança na fé em Cristo...

Na carta do apóstolo Paulo aos Romanos, cap. 8.24-25 "Pois nessa esperança fomos salvos. Mas esperança que se vê não é esperança. Quem espera por aquilo que está vendo? Mas se esperamos o que ainda não vemos, aguardamo-lo pacientemente".

Assim, fé é crer que aquilo que esperamos já aconteceu. E esperança é crer que aquilo que esperamos irá acontecer. Pois pela fé já temos e pela esperança iremos alcançar. A esperança é a luz que atravessa a escuridão da noite...
As crises são as densas nuvens que fazem chegar os raios da esperança para aqueles que confiam com paciência...

Somos bombardeados, diariamente, sobre o imediatismo. Mas a esperança não é "prá já" ; é preciso ter paciência, muita paciência... o Senhor Jesus pode fazer tudo "prá já", mas temos de aprender a esperar e a ter fé em Jesus.
Aquele que nas grandes crises espera com paciência, resiste com confiança, persevera com constância e triunfa com alegria.
O nosso Deus é maior que todas as crises. E todo ser humano enfrenta algum tipo de crise. É preciso enfrentá-la com confiança, esperança e determinação. E como isso é difícil de colocar em prática, principalmente sem murmurar... ter esperança real em Deus é ter a certeza do êxito real. Jesus é a nossa esperança. Quando o caminho é árduo, a fé e a esperança em Deus fortalecem o caminhar.

Agradecer pelas dificuldades em todas as áreas da vida é uma atitude que agrada ao Senhor. Não olhar para o foco da crise e sim para Jesus e ter a fé de que tudo já está vencido. A crise pode representar o momento que o Senhor dá início ao crescimento espiritual, para alcançar a vitória. Na crise, pode-se sentir o poder e os cuidados do Senhor se manifestarem. A atitude do cristão diante da crise deve ser de esperança e de segurança, afinal, "posso todas as coisas naquele que me fortalece".

"Ainda que a figueira não floresça, ainda que não haja fruto nas vides, ainda que falte o produto da oliveira e os campos não produzam mantimento, ainda que o rebanho seja exterminado e nos currais não haja gado, todavia, eu me alegrarei no Senhor, exultarei no Deus da minha salvação".(Habacuque 3.17-18).

O cristão deve ter a confiança de que o Senhor o ajudará a enfrentar os obstáculos. O Senhor tem sempre uma janela aberta quando uma porta se fecha. Ele sempre tem uma outra possibilidade diante das dificuldades da vida. Enquanto houver esperança e fé, haverá vitória !
Jesus está vivo e Sua ressurreição trouxe uma nova perspectiva para a história da humanidade.

Quando a esperança está alicerçada na vitória plena com Cristo, não haverá "beco sem saída" na caminhada do cristão, porque a tarde sombria de um dia não vai tirar o esplendor da manhã seguinte...

Sobre o livro de Rute...

Este é um livro que nos dá lições de renúncia, de decisão e de restauração...


Capítulo 1, a grande decisão de Rute;

Capítulo 2, os direitos adquiridos por Rute;

Capítulo 3, o desejo de Rute;

Capítulo 4, o vitorioso destino de Rute.

Sobre o livro de Juízes...

O homem, mais uma vez se afasta do Senhor, e a infinita capacidade do Senhor em perdoar...


Do capítulo 1 ao 2, lemos sobre o reinício da conquista da terra;

Do capítulo 3 ao 16, aprendemos sobre os feitos e conflitos dos juízes;

Do capítulo 17 ao 21, guerra entre os benjamitas e seus irmãos israelitas.

Sobre o livro de Josué...

Encontramos neste livro a fidelidade do Senhor em cumprir o que prometera a Abraão...

Do capítulo 1 ao 5, vemos o povo de Israel entrando na terra prometida;

Do capítulo 6 ao 12, o mesmo povo conquistando a terra;

Do capítulo 13 ao 22, a terra sendo dividida entre as tribos de Israel;
(no capítulo 14 encontramos a declaração de Calebe sobre 0s quarenta e cinco anos de espera para receber a bênção do Senhor);

Do capítulo 23 ao 24, Josué, já com a idade muito avançada, convoca todo o povo para despedir-se e renovar a Aliança com o Senhor em Siquém.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Halloween...

O dia 31 de outubro é, originariamente, o Dia da Reforma Protestante, que aconteceu em 31/10/1517, quando Martinho Lutero tornou público suas noventa e cinco teses fazendo um convite aberto ao debate teológico sobre as indulgências na igreja católica. Porém, muitas e muitas pessoas comemoram nesse dia a festa do Halloween. Halloween não pertence à nossa cultura, é um estrangeirismo, mais propriamente norte-americanismo, apesar das referências à origem se referirem ao povo druida na Europa. E, como tantas festas importadas, às vezes é recebida sem a percepção das implicações.

Halloween é tradição do paganismo! É uma celebração aos mortos ! A festa das bruxas! Os personagens temáticos escolhidos para as fantasias ilustram bem este fato: fantasmas e entes mágicos, demônios e monstros, satanás, magos e bruxas, vampiros e lobisomem, múmias e outros zumbis! Mesmo que no Brasil não se faça alusão ao "trick or treat" (doce ou travessura), o folclore valorizado nas festas relativas à comemoração do Halloween não é saudável para a fé, moral ou para a piedade!

Em anos idos, a igreja católica romana, por meio de um ato do Papa Gregório III, tentou cristianizar a comemoração da festa das bruxas estabelecendo os eventos similares denominados de Dia dos Mortos, e Dia de Todos os Santos, utilizando-se das datas de Primeiro e Dois de Novembro, estendendo, assim, a celebração ocultista.

É importante não colocarmos nosso apoio pessoal ou familiar em eventos que são opostos à fé sadia e bíblica. Também não é próprio do cristão reforçar valores do paganismo e minorar o mal que é inerente aos festejos do satanismo e da superstição popular. Além disso, nessas festas sempre surgem pessoas que se acham engraçadas se travestindo como se fossem Jesus Cristo e colocando a escárnio o nome e o Evangelho do nosso grande Senhor e Salvador !

Halloween, geralmente, é proposto por cursos de inglês, algumas escolas que valorizam a cultura folclórica norte-americana, por clubes e casas dançantes, e até famílias que ainda não perceberam a gravidade de " brincar" com o satanismo!

“Todas as coisas são lícitas, mas nem todas convêm; todas são lícitas, mas nem todas edificam” (1Coríntios 10.23).


O Pentateuco...

Conjunto dos cinco primeiros livros da Bíblia. Estes livros são fundamentais para a compreensão de todos os outros livros da Bíblia.
No Pentateuco, a personagem principal é YHWH, Deus escolhendo homens para fazer nascer e moldar um povo que espalhasse pelo mundo que Ele é o único Deus.
O primeiro livro é chamado Gênesis, palavra grega que significa “nascimento, origem”.
O segundo livro é chamado Êxodo, palavra grega que significa “passagem, saída”.
O terceiro livro é chamado Levítico, nome dado em virtude de contar os regulamentos e as observações com respeito ao sacerdócio levítico.
O quarto livro é chamado Números, assim chamado por narrar dois recenseamentos (no deserto do Sinai e saída do Egito, após as pragas).
E o quinto livro é chamado Deuteronômio, que quer dizer “repetição da Lei, ou segunda Lei”.

Quanto ao conteúdo, os cinco primeiros livros da Bíblia abraçam desde a criação do mundo (Gn 1) até a morte de Moisés (Dt 34).

As três formas literárias que mais aparecem são as narrativas, as poesias e as leis:

Narrativa é uma história que relata eventos em ordem cronológica, tem personagens que se relacionam entre si e que têm um propósito específico. De acordo com Dt 4.9-10, as narrativas do povo de Israel funcionavam como arquivos da história do povo. Deus se revela ao povo por meio de eventos históricos específicos.

A poesia hebraica é caracterizada pela sua estrutura e ritmo e não pela sua rima. Sua característica mais comum é o paralelismo. As poesias são geralmente espalhadas entre as narrativas e incluem cânticos, falas proféticas e bênçãos.

E as leis têm o propósito de orientar a vida da comunidade israelita.

O propósito histórico-teológico do Pentateuco é narrar a história da formação de Israel do ponto de vista dos desígnios de Deus. Os aspectos principais da teologia registrada são:

YHWH é o Deus Vivo (Dt 5.26).

YHWH é o Deus que cria (Gn 1.1; 14.19).

YHWH é o Deus que age (Ex 3.8; 12.12).

YHWH é o Deus que é um só (Dt 6.4).

YHWH é o Deus ético (Ex 20; Dt 5).

YHWH é Rei (Gn 12.3; Ex 19.6; Dt 7.6).


Teresa Akil – Revista da Bíblia - Ano XIV - nº 56 – 4T09

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Sobre o número sete...

SETE são os dias da semana, são as cores do arco-íris, são as maravilhas do mundo antigo,
são as notas musicais... sete é o número da perfeição divina. A perfeição de Cristo passa a habitar em nós quando O aceitamos em nossos corações...

Deus ordenou ao homem trabalhar seis dias e descansar no sétimo.
“O Grande Arquiteto do Universo completou em seis dias Sua obra da criação, e descansou no sétimo dia... no sétimo dia Ele descansou, dando ao homem o exemplo, trabalhando seis dias e descansando no sétimo.”
O mundo diz que o número sete é "conta de mentiroso". A Bíblia, porém, contradiz frontalmente esse conceito. O sete é predominante nela. No Novo Testamento, por exemplo, há estas referências:
Jesus, quando estava na Cruz, na forma ainda humana, pronunciou suas últimas sete frases (Lucas 23).
As sete festas celebradas no ano duravam sete dias e juntas somavam setenta e sete dias.
Jesus disse que quando Satanás sai do coração do homem, e os frutos do Espírito não o povoa, ele volta e traz sete espíritos piores (Mat. 12:45).
Sete foram os pãezinhos que Jesus multiplicou para dar comida à uma multidão, e ainda sobraram sete cestos cheios (Mat. 15:34-37).
Pedro desejava saber o limite do perdão. Sete vezes? perguntou a Jesus! Não até sete, mas até setenta vezes sete, respondeu Jesus (Mat. 18:21 e 22).
Os saduceus, em abono de sua crença herética, perguntaram a Jesus de quem seria a mulher dos sete irmãos que a desposaram (Mat. 22:24-28).
Quando Jesus ressuscitou, a primeira pessoa a vê-Lo foi Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demônios(Mar. 16:9).
Sete anos também foram os dias de felicidade que tivera ao lado de seu esposo a profetisa Ana (Luc. 2:36).
Mais uma vez Jesus ensinou que, se o nosso irmão pecar contra nós sete vezes em um dia, sete vezes devemos perdoá-lo (Luc. 17:4).
Sete homens foram escolhidos para serem diáconos e ajudarem na Igreja Apostólica (Atos 6:3). Sete nações foram destruídas por Israel até que se estabeleceu definitivamente na Terra Prometida (Atos 13:19).
Sete foram os filhos de Ceva, judeu principal dos sacerdotes, que tentavam imitar a Paulo, em suas maravilhas e milagres (Atos 19:14).
Sete dias ficou Paulo em Tiro quando o navio em que viajava parou para ser descarregado (Atos 21:4).
Filipe era um dos sete diáconos (Atos 21:8).
Sete dias era o prazo para a purificação do templo (Atos 21:27).
Sete dias ficou Paulo com os irmãos da Igreja de Potéoli (Atos 28:13 e 14).
Sete mil foram os fiéis que não dobraram seus joelhos diante de Baal (Rom. 11:4).
Sete dias foi o prazo em que o povo de Deus rodeou os muros de Jericó até derrubá-lo (Heb. 11:30).
Sete pessoas foram as únicas que se salvaram juntamente com Noé, das águas do dilúvio (II Pedro 2:5).
Sete são as igrejas da Ásia que João relata em sua visão.
Sete são os espíritos que estão diante do trono de Deus (Apoc. 1:4).
Sete castiçais de ouro João viu em sua visão (Apoc. 1:12 e 13).
Sete estrelas viu João na destra de Jesus (Apoc. 1:16). João disse que as sete estrelas são os sete anjos das sete Igrejas, e os sete castiçais, são as sete igrejas (Apoc. 1:20). “Eu sei as tuas obras”, disse aquEle que tinha em Sua destra as sete estrelas (Apoc. 2:1 e 2). Os sete espíritos diante do trono de Deus são comparados por João a sete lâmpadas, ou sete tochas (Apoc. 4:5).
João viu na mão de Deus um livro selado com sete selos. Somente Jesus podia abrir aqueles sete selos (Apoc. 5:1 e 5). Jesus é simbolizado por um Cordeiro com sete pontas e sete olhos, que são os sete espíritos (Apoc. 5:6). “O Cordeiro abriu um dos sete selos” (Apoc. 6:1). Na abertura do selo número sete, houve “silêncio no Céu por quase meia hora” e João viu diante de Deus sete anjos e foram-lhe dadas sete trombetas (Apoc. 8:1-2). Então os sete anjos com as sete trombetas se prepararam para tocar (Apoc. 8:6). “Os sete trovões fizeram soar suas vozes” quando um anjo veio do Céu com um livrinho na mão, colocando seu pé sobre a terra e outro no mar(Apoc. 10:3).
Sete mil homens morreriam por um terremoto, segundo a profecia de Apocalipse 11:13. João viu no Céu um dragão com sete cabeças e sete diademas (Apoc. 12:3). Depois viu subir do mar uma besta que tinha sete cabeças (Apoc. 13:1). Divisou também um grande sinal no Céu: sete anjos com as sete últimas pragas (Apoc. 15:1). Posteriormente “um dos quatro animais deu aos sete anjos salvas de ouro, cheias da ira de Deus” (Apoc. 15:7). Após o que ordenou aos sete anjos, derramar sobre a Terra as sete salvas da ira de Deus(Apoc. 16:1).
Em Espírito, João foi levado ao deserto, onde viu uma besta de cor escarlata que tinha sete cabeças (Apoc. 17:3). As sete cabeças são os sete montes (Apoc. 17:9). São também, segundo o apóstolo, sete reis (Apoc. 17:10). Há um enigma a mais em Apocalipse 17:11: “A besta que era e já não é, é ela também o oitavo, e é dos sete, e vai à perdição.”
A multiplicidade deste número é como que um chamar insistente e constante à nossa consciência para alguma coisa. O sete é o número da perfeição e predileção divina, tanto que, ao criar o mundo e tudo o que nele existe, Deus o fez em seis dias e descansou no sétimo. Não que Deus se canse, mas para nos dar o exemplo.