segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Sobre o número sete...

SETE são os dias da semana, são as cores do arco-íris, são as maravilhas do mundo antigo,
são as notas musicais... sete é o número da perfeição divina. A perfeição de Cristo passa a habitar em nós quando O aceitamos em nossos corações...

Deus ordenou ao homem trabalhar seis dias e descansar no sétimo.
“O Grande Arquiteto do Universo completou em seis dias Sua obra da criação, e descansou no sétimo dia... no sétimo dia Ele descansou, dando ao homem o exemplo, trabalhando seis dias e descansando no sétimo.”
O mundo diz que o número sete é "conta de mentiroso". A Bíblia, porém, contradiz frontalmente esse conceito. O sete é predominante nela. No Novo Testamento, por exemplo, há estas referências:
Jesus, quando estava na Cruz, na forma ainda humana, pronunciou suas últimas sete frases (Lucas 23).
As sete festas celebradas no ano duravam sete dias e juntas somavam setenta e sete dias.
Jesus disse que quando Satanás sai do coração do homem, e os frutos do Espírito não o povoa, ele volta e traz sete espíritos piores (Mat. 12:45).
Sete foram os pãezinhos que Jesus multiplicou para dar comida à uma multidão, e ainda sobraram sete cestos cheios (Mat. 15:34-37).
Pedro desejava saber o limite do perdão. Sete vezes? perguntou a Jesus! Não até sete, mas até setenta vezes sete, respondeu Jesus (Mat. 18:21 e 22).
Os saduceus, em abono de sua crença herética, perguntaram a Jesus de quem seria a mulher dos sete irmãos que a desposaram (Mat. 22:24-28).
Quando Jesus ressuscitou, a primeira pessoa a vê-Lo foi Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demônios(Mar. 16:9).
Sete anos também foram os dias de felicidade que tivera ao lado de seu esposo a profetisa Ana (Luc. 2:36).
Mais uma vez Jesus ensinou que, se o nosso irmão pecar contra nós sete vezes em um dia, sete vezes devemos perdoá-lo (Luc. 17:4).
Sete homens foram escolhidos para serem diáconos e ajudarem na Igreja Apostólica (Atos 6:3). Sete nações foram destruídas por Israel até que se estabeleceu definitivamente na Terra Prometida (Atos 13:19).
Sete foram os filhos de Ceva, judeu principal dos sacerdotes, que tentavam imitar a Paulo, em suas maravilhas e milagres (Atos 19:14).
Sete dias ficou Paulo em Tiro quando o navio em que viajava parou para ser descarregado (Atos 21:4).
Filipe era um dos sete diáconos (Atos 21:8).
Sete dias era o prazo para a purificação do templo (Atos 21:27).
Sete dias ficou Paulo com os irmãos da Igreja de Potéoli (Atos 28:13 e 14).
Sete mil foram os fiéis que não dobraram seus joelhos diante de Baal (Rom. 11:4).
Sete dias foi o prazo em que o povo de Deus rodeou os muros de Jericó até derrubá-lo (Heb. 11:30).
Sete pessoas foram as únicas que se salvaram juntamente com Noé, das águas do dilúvio (II Pedro 2:5).
Sete são as igrejas da Ásia que João relata em sua visão.
Sete são os espíritos que estão diante do trono de Deus (Apoc. 1:4).
Sete castiçais de ouro João viu em sua visão (Apoc. 1:12 e 13).
Sete estrelas viu João na destra de Jesus (Apoc. 1:16). João disse que as sete estrelas são os sete anjos das sete Igrejas, e os sete castiçais, são as sete igrejas (Apoc. 1:20). “Eu sei as tuas obras”, disse aquEle que tinha em Sua destra as sete estrelas (Apoc. 2:1 e 2). Os sete espíritos diante do trono de Deus são comparados por João a sete lâmpadas, ou sete tochas (Apoc. 4:5).
João viu na mão de Deus um livro selado com sete selos. Somente Jesus podia abrir aqueles sete selos (Apoc. 5:1 e 5). Jesus é simbolizado por um Cordeiro com sete pontas e sete olhos, que são os sete espíritos (Apoc. 5:6). “O Cordeiro abriu um dos sete selos” (Apoc. 6:1). Na abertura do selo número sete, houve “silêncio no Céu por quase meia hora” e João viu diante de Deus sete anjos e foram-lhe dadas sete trombetas (Apoc. 8:1-2). Então os sete anjos com as sete trombetas se prepararam para tocar (Apoc. 8:6). “Os sete trovões fizeram soar suas vozes” quando um anjo veio do Céu com um livrinho na mão, colocando seu pé sobre a terra e outro no mar(Apoc. 10:3).
Sete mil homens morreriam por um terremoto, segundo a profecia de Apocalipse 11:13. João viu no Céu um dragão com sete cabeças e sete diademas (Apoc. 12:3). Depois viu subir do mar uma besta que tinha sete cabeças (Apoc. 13:1). Divisou também um grande sinal no Céu: sete anjos com as sete últimas pragas (Apoc. 15:1). Posteriormente “um dos quatro animais deu aos sete anjos salvas de ouro, cheias da ira de Deus” (Apoc. 15:7). Após o que ordenou aos sete anjos, derramar sobre a Terra as sete salvas da ira de Deus(Apoc. 16:1).
Em Espírito, João foi levado ao deserto, onde viu uma besta de cor escarlata que tinha sete cabeças (Apoc. 17:3). As sete cabeças são os sete montes (Apoc. 17:9). São também, segundo o apóstolo, sete reis (Apoc. 17:10). Há um enigma a mais em Apocalipse 17:11: “A besta que era e já não é, é ela também o oitavo, e é dos sete, e vai à perdição.”
A multiplicidade deste número é como que um chamar insistente e constante à nossa consciência para alguma coisa. O sete é o número da perfeição e predileção divina, tanto que, ao criar o mundo e tudo o que nele existe, Deus o fez em seis dias e descansou no sétimo. Não que Deus se canse, mas para nos dar o exemplo.

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